Recentemente, nas redes sociais, um vídeo causou reações extremas entre os usuários. Nele, um pedaço de carne recém-cortada começa a se mover de forma assustadora ao entrar em contato com sal, provocando reações de choque.
Contudo, qual o motivo da carne parecer estar “viva”? E o que explica esse fenômeno que tem feito pessoas declararem que vão parar de comer carne?
A cena pode parecer saída de um filme de terror, mas a explicação é puramente científica. Quando o sal entra em contato com carne extremamente fresca, ele ativa terminações nervosas ainda funcionais, mesmo que o animal já esteja morto.
De acordo com os especialistas, o sal — rico em sódio — estimula impulsos elétricos nos músculos, provocando espasmos involuntários. O fenômeno só ocorre em carne recém-abatida, em que as fibras musculares ainda não entraram em completo estado de rigidez.
“O sistema nervoso central já não funciona, mas os nervos periféricos ainda podem responder por um curto período”, explicam biólogos.
A repercussão do vídeo foi intensa. Comentários como “Isso me deu enjoo” ou “Virei vegetariano depois de ver isso” foram comuns.
Em algumas publicações, usuários descreveram o vídeo como “traumatizante”. Muitos disseram que prefeririam nunca ter assistido à cena. Outros usaram o episódio como gatilho para repensar sua relação com alimentos de origem animal.
A contração muscular pós-morte não é nova na biologia. Após o abate, os músculos ainda contêm ATP (energia celular), que permite movimentos breves mesmo sem o controle do cérebro.
Portanto, ao adicionar sal, o sódio interage com esses músculos e causa uma resposta elétrica semelhante a um estímulo nervoso.
Além disso, o pH do tecido muscular sofre alterações após a morte, o que contribui para esse tipo de reação física — conhecida como contração post-mortem.
Imagem de Capa: Reprodução
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