A mesma pessoa não me machuca duas vezes. Não mais. Eu perdoo, mas deixo bem claro para ela, quais são os meus limites. Ou aprende e muda ou quem muda sou eu.

Não aceito mais você na minha vida, você me machucou, te dei a oportunidade da dúvida, mas não espero que você não vá me machucar outra vez, você já sabe como me senti e tenho o direito de não querer me sentir assim, nunca mais.

Coloquei barreiras entre nós e, percebi que o seu arrependimento não foi sincero, você criou justificativas, tentou me culpar pelo erro que você comneteu, e nem sequer conseguiu admitir que errou. Portanto, hoje, quem se retira sou eu.

Aprendi que, não sou obrigada a aceitar o pouco que você tem a me oferecer, muito menos, preciso ficar “entendendo” quem me machuca o tempo todo.

Não. Relacionamentos saudáveis não são feitos de perdão, são feitos de trocas justas, de amor compartilhado, de atenção e respeito as nossas necessidades.

Quero alguém na minha vida que me traga alegrias, não preocupações.

Quando em uma relação, seja de amizade, afetiva, familiar ou profissional, uma das partes, machuca, fere, desrespeita e, depois, pede desculpas, se a gente decide desculpar uma, duas, tres, vezes, ela entende que é assim mesmo que a gente merece ser tratada.

Eu finalmente aprendi que mereço mais, mereço respeito, amizade sincera, amor verdadeiro, não me engano mais com certas pessoas, apenas me afasto e deixo elas irem encontrar pessoas compatíveis com o jeito delas de ser.

Não sofro mais por quem me fez sofrer! Percebi que é muita incoerência da minha parte querer estar ao lado de quem não tem um pingo de responsabilidade afetiva.

Quando eu deixo ir, eu me abro para receber novas pessoas em minha vida, que se conectam melhor com a minha forma de viver, com o meu jeito de ser e, principalmente, com a minha forma de amar.

Hoje em dia, a pessoa me machuca uma vez e, quando for tentar machucar de novo, já não vai me encontrar no mesmo lugar. Já estarei colhendo amor em jardins mais floridos.

Cansei de escolher flores cheias de espinhos, se elas me machucam, todas às vezes, que toco nelas.

Eu perdoo, mas aprendi a me amar a ponto de sair de uma relação que não me traz nada de bom, com a cabeça erguida. Não saio mais com uma ferida aberta, porque sei como me curar! Hoje sei que devo estar apenas com quem me faz bem.

*DA REDAÇÃO RH. Texto de Iara Fonseca, jornalista, escritora, editora de conteúdo dos portais Resiliência Humana, Seu Amigo Guru, Homem na Prática e Taróloga, facilitadora do método de AUTOEXPANSÃO.

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Foto de Yonas Bekele no Unsplash

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