Tudo bem ficar triste! Tudo bem mesmo! Não dá pra ser feliz o tempo todo!

Iara Fonseca
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Tudo bem ficar triste! Tudo bem mesmo! Não dá mesmo para ser feliz o tempo todo! Aliás, não se trata de estar tudo bem, pelo contrário, quando a tristeza invade nossa casa interna é hora de parar e ouvir o que ela tem a nos dizer!

A pior besteira é se fingir de bobo e ir levando a vida como se nada tivesse te incomodando!

Fingir que não estamos tristes!

Eita fingimento mais doido esse! E de nada adianta! Na verdade, fingir que estamos bem quando não estamos, potencializa o sofrimento!

Algo que nos entristece deve ser visto como um alerta, uma mensagem muito importante que devemos tomar posse. Por isso, se você está se sentindo triste, chore, coloque para fora! Chorar não é sinal de fraqueza, chorar é sinal de limpeza, de conexão consigo, de respeito às suas emoções mais verdadeiras!

Após o choro nos sentimos renovados, mais fortes, e nossas ideias desanuviam. Não deixamos de nos sentir tristes, mas ficamos um pouco mais relaxados, aceitamos mais os fatos após o pranto reconciliador!

Por outro lado, quando dramatizamos algo que não tem tanta importância, ou quando nos vitimizamos, acabamos apegados à tristeza, e nos vinculamos a dor que se alimenta do ego ferido!

A tristeza é uma emoção muito importante, como todas as outras nos ensina valiosa lição! Porém precisamos aprender a senti-la o suficiente!

Saber a hora e o momento de abandoná-la é escolher a maturidade emocional!

Jamais nos apegar a mágoa ou ao rancor que são parceiros do ego e que nos guiam para um sentimento negativo que pode se tornar, se insistirmos nesse apego, em um estado depressivo!

Entenda: a tristeza nos auxilia a desenvolver a empatia e a compaixão!

Se nunca nos sentimos tristes acabamos nos tornando egocêntricos e egoístas.

A tristeza nos ensina a nos colocar no lugar do outro, a sentir a dor do nosso semelhante e a nos conhecer internamente! Mas, se nos demoramos nessa emoção, se a alimentamos com mais insatisfações, se não a acolhemos satisfatoriamente, se a negligenciamos com o famoso “deixa pra lá”, ela passa a fazer ninho em nossa casa interior.

Leia mais: Não podemos voltar ao normal, porque o normal era o problema!

Quanto mais tempo passamos tristes, mais chances temos de transformar a “tristeza”, uma emoção benfeitora, em um sentimento nocivo.

Essa falta de alegria e o pesar constante nos leva a desenvolver quadros psíquicos alarmantes!

Não permita!

Tudo bem ficar triste!

Tudo bem mesmo!

Só não fique alimentando a tristeza! Aprenda a deixá-la em jejum! A falta de “alimento” (críticas e cobranças excessivas, preocupações, mágoas, rancor, etc.) limpará as impurezas que causam o sofrimento. Ela te ensinará o que precisa ser aprendido e irá embora!

Por tanto pare de consumir esses “alimentos” que fazem a tristeza crescer dentro de você! Jamais permita que ela faça seu ninho em sua casa interior!

Cultive a alegria, o bom humor! Limpe suas lentes e veja quanta beleza existe no mundo, e foque nisso, no que faz bem, em notícias boas, em coisas que iluminam a vida e alimentam a alma de paz e plenitude!

Seja feliz quando tudo vai vem e quando tudo vai mal! A felicidade não depende das circunstancias, ela é um estado de espírito.

Cuide do seu corpo físico e alimente seu espírito com bons pensamentos e muita esperança! Em pouco tempo verá que a lição foi aprendida com sucesso! E a tristeza, será só uma vaga lembrança, como um alerta do que não devemos fazer e nem pensar, para que ela não volte a nos visitar tão cedo!

Texto de Iara Fonsecahttps://www.facebook.com/iarafonsecajornalista/ especialmente para Resiliência Humana. É proibida a cópia desse artigo mesmo com os créditos.
*Foto: Pinterest

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Iara Fonseca
Jornalista, poeta, educadora social, fundadora e editora de conteúdo do Rede de Ideias: PRODUÇÃO DE CONTEÚDO. Seu interior é intenso, sempre foi, transforma suas angustias em textos que ajudam muito mais a ela própria do que a quem lê. As vezes se pega relendo seus textos para tentar colocar em prática aquilo que, ela mesma, sabe que é difícil. Acredita que viemos aqui para aprender a ser, a cada dia, um pouco melhor, para si mesmo, e para o outro!