“Toda pessoa de sucesso teve uma mãe chata”, afirmou Leo Fraiman

A adolescência é a fase onde percebemos que nossas mães são chatas, a gente acha que a nossa mãe é a pessoa mais chata que existe, mesmo quando ela tenta ser legal.

Geralmente, as mães sentem que ser considerada “chata” não é o título que elas gostariam de receber, todas, certamente,gostariam que seus filhos as vissem como as melhores mães do mundo. Porém, quanto mais fazemos o que eles querem, mais eles se revelam ingratos e imaturos.

É mister entender que uma mãe chata faz mais bem a um filho do que uma mãe permissiva. Mas muito além da chatice por si só, precisa existir também uma compreenssão profunda a respeito das necessidads do filho.

Antes de qualquer atitude arbitrária, precisamos olhar para os nossos filhos como o adolescente que fomos: o que queríamos, quais eram as nossas necessidades, o que nós gostaríamos que nossas mães tivessem feito naquela época?

Quando analisamos a nós mesmos, percebemos que o queríamos, se tivesse acontecido, talvez, teria nos tornado melhores, ou não. Essa autoanálise nos ajuda a tomar decisões mais assertivas e a ser mais firme em nossas orientações.

O fato é que ser chata não é ser abusiva, controladora e mandona, ,as sim, saber impor limites, exigir respeito e implantar em nossos filhos o chip da responsabilidade e do comprometimento com a própria vida.

Nesse ponto de reflexão, percebi que é mais fácil falar do que fazer, não é mesmo? E me deparei com um texto do psicoterapeuta Leo Fraiman, que reafirma o que escrevi até aqui:

“Toda pessoa de sucesso profissional teve mãe chata. A mãe que cobra do filho atitudes responsáveis, como mandá-lo escovar os dentes e vestir-se adequadamente, contribui para o seu crescimento.

Alguns dizem que os filhos estão mudando, mas, na verdade, quem está mudando são os pais que, em vez de enxergarem a autoridade que possuem, acabam querendo fazer seus filhos felizes a qualquer custo.

A adolescência carrega consigo os impulsos e os riscos e, embora seja difícil lidar com esses fatores, é uma fase importante, pois esses impulsos farão com que o adolescente tenha coragem de lutar pelo que ele quer (por exemplo, tentar pegar uma vaga em uma orquestra famosa, inscrever-se em um time de vôlei, conversar com uma garota desconhecida e linda na balada etc).

Por isso, é necessário que a mãe cobre mesmo dos filhos, aquilo que eles precisam fazer, para que o impulso continue sendo usado positivamente. Uma mãe com esse perfil não é chata, é amorosa”.

Este texto é uma parte do “Como educar os filhos na adolescência”, com o psicoterapeuta Leo Fraiman, exibido no programa Vida Melhor – 22/10/20. Assita a entrevista:

Cada filho é um infinito particular de possibilidades, e nós mães e pais, devemos estar atentos para que eles não se desviem do caminho da autorresponsabilidade e não se percam nas encruzilhadas da vida adulta.

Sejamos chatos, porém, com todo amor.

Melhor ser uma mãe chata que cria o filho para o mundo, do que ser uma mãe legal, que faz tudo para o filho, e recebe dele, ingratidão.

*DA REDAÇÃO RH. Texto de Iara Fonseca, jornalista, escritora, editora de conteúdo dos portais Resiliência Humana, Seu Amigo Guru, Homem na Prática e Taróloga. Para agendar uma SESSÃO DE AUTOEXPANSÃO com a Iara, mande um direct para @ESCRITORAIARAFONSECA

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