Quando você para de se divertir como uma criança, você perde o prazer em viver!

A definição de diversão é fazer quilo que você acha agrádavel e que, consequentemente, te faz feliz, mas em contrapartida, essa felicidade só é sentida se nos despreendemos do sentimento da vergonha, da sensação de ridículo.

O que te faz feliz pode ser o oposto do que uma outra pessoa feliz, mas isso não significa que não seja prazeroso da mesma forma. O importante é cada um descobrir o que é diversão, ou seja, o que é divertido para si mesmo.

Algumas pessoas acham que divertido é assistir futebol na tv, outras acham que é divertido só se ele mesmo estiver jogando em um campo, muitos acham extremamente divertido brincar com brincadeiras de crianças, mesmo sendo adultos, outros não gostam nem um pouco de brincar, muito menos de crianças.

Aqui não cabe julgamentos, cabe apenas a sua capacidade de saber exatamente aquilo que é divertido pra você. Cuidado com as comparações. Pare de se comparar com os outros. Agora mesmo. É aí que reside o perigo.

A diversão não precisa ser toda cantada, toda dançante, hilaridade, mas ela se relaciona diretamente com a criança que você foi e como ela se divertia.

É quando você passava horas interessado em uma coisa, tão absorvido que, você era levado a um mundo paralelo e deixava para trás as preocupações dos adultos.

Realmente não importa se você se diverte jogando videogame ou montadando um quebra-cabeças… Se você passa horas lustrando o seu carro ou gosta de ficar montando e desmontando suas criações tecnológicas… Ou se você fica horas fazendo artesanato ou escrevendo poesia…

O que importa mesmo é se você está conseguindo se divertir com a frequência necessária para que você possa apreciar a vida com mais prazer. É isso que você precisa se perguntar, caso contrário, o prazer em viver te escapa.

Se a vida parece ter perdido aquele gostinho doce de infância, se tudo parece sem graça, sem sentido, está na hora de você olhar para trás e lembrar daquela criança que você foi e, do que, ela gostava de brincar.

Pode ser que você se recorde de algo que não se encaixe no seu momento atual, mas que pode ser adaptado para uma versão mais adulta e igualmente divertida.

Não perca tempo precioso da sua vida se lamentando, sem prazer em viver, busque nas pequenas diversões, a sua fonte de reeabastecimento, a sua criança interior agradece!

Quem se diverte com frequência, goza o melhor da vida, porque sente prazer em viver! Não é sobre baladas e diversões vazias, é sobre momentos de pura conexão consigo mesmo.

Pare de ruminar preocupações que não te fazem bem e vá se divertir um pouco. Brincar, independe da idade, ela deve ser a nossa ferramenta para todos os momentos que precisamos aliviar as cargas do dia a dia.

E se, mesmo depois de tentar se lembrar das brincadeiras preferidas da sua criança, nada fizer sentido pra você, isso é um sinal de que você precisa de ajuda terapeutica, me chame no direct @rhamuche, eu posso te ajudar a encontrar um sentido que te faça voltar a ver alegria na vida.

*DA REDAÇÃO RH.
Texto de Robson Hamuche, idealizador do Resiliência Humana, terapeuta transpessoal e Constelador Familiar.

*Foto de James Kovin no Unsplash.

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Robson Hamuche é Terapeuta transpessoal com especialização em constelação familiar, compõe a equipe de terapeutas do Instituto Tadashi Kadomoto (ITK). É também idealizador e sócio-proprietário do Resiliência Humana, grupo de mídia dedicado ao desenvolvimento humano, que reúne informação de qualidade acerca de todo o universo do desenvolvimento pessoal, usando uma linguagem leve e acessível.