Eu costumo dizer que os finais são sempre dolorosos, mesmo que necessários. Mesmo que sejam finais que a gente escolha.
Um final é sempre um final e, depois dele, vem o processo difícil do recomeço. A gente precisa se reinventar, se reconstruir e se reformar para continuar vivendo, não é mesmo?
Da mesma maneira que tenho comigo que só o amor não basta para manter uma relação. Por essa razão, mesmo quando ele é grande, às vezes vemos os relacionamentos acabarem pela falta de outras coisas em nossa vida que pesam tanto quanto e que se não ampararem o amor, vão deixá-lo ruir.
Eu não saberia dizer para você como se fortalecer depois do fim. As pessoas falam muito de amor próprio, que a gente tem que se amar, ficar um tempo com a gente mesma, etc. Eu acho que essa receita é pessoal e intransferível. O que funciona para mim, pode não funcionar para você. Só você sabe das suas necessidades.
O que eu sei, de carteirinha, é que:
1 – O tempo passa, rápido ou se arrastando, mas passa. E com ele, tudo passa. Tudo muda e se transforma e, fatalmente, nos transforma também.
O tempo traz clareza para nosso coração, entendimento para a nossa razão e nos mostra coisas que antes, no meio do furacão, não enxergávamos.
O tempo passa. E passando, vai curando as dores dentro de nós. Não apaga nada, mas deixa tudo mais fácil de se sentir e viver.
2 – A gente segue adiante com uma bagagem impagável de experiências. Sabe o que deu certo, o que deu errado e, com sabedoria e discernimento, aprende a usar as ferramentas certas para quando outro amor chegar. O próprio ou pelo próximo! E que sejam os dois!
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