Existem duas coisas que nos unem a todos, mas ninguém fala. A primeira é o medo de si mesmo. De sofrer. De decepcionar-se e de decepcionar aos outros. De lançar-se ao vazio da vida. E descobrir-se imperfeito, descartável e solitário no mundo.
De saber que, quando a vida acaba para um, o mundo continua existindo. Porque o mundo é maior do que qualquer um de nós.
De descobrir-se incapaz de mudar. Por entender as suas fraquezas e rejeitá-las, para fingir que o problema são os outros.
Para mentir a si mesmo que está tudo bem. E viver infeliz por não superar o medo de si mesmo.
A segunda coisa que nos une a todos é a nossa capacidade de amar.
Nossa capacidade ilimitada de sentir.
De sensibilizar-se pelas pequenas coisas da vida.
De resolver os conflitos da vida com um abraço ou um beijo.
De amar incansavelmente aquilo que decidimos chamar de amor.
E felizmente, pelo bem de todos, é o que nos salva.
Porque só o amor pode nos curar.
E não é tão difícil, quando percebemos que o amor está em toda parte.
E principalmente dentro de cada um de nós.
Porque o amor é a única coisa que é inesgotável no mundo.
Mesmo quando a vida acaba, o amor permanece.
Mesmo que o tempo passe, ainda estará lá.
E não importa quantas vezes tenhamos apanhado, sempre haverá amor em algum canto do nosso interior.
Porque a nossa capacidade de amar permanece no mundo. Pois o nosso corpo sabe que enquanto estivermos vivos, sempre haverá uma oportunidade de salvar a si mesmo para poder salvar aos outros.
Por amor.
(Instagram: @Antesdasobremesa)
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