Pare de aceitar o papel de coadjuvante! Seja o protagonista da sua vida! Viver é gerar lembranças. Não se prenda ao passado, busque novos motivos para ser feliz!

O problema aparece quando tentamos procurar algo em nosso passado e não somos capazes de encontrar nada, ou não gostamos daquilo que encontramos. Mas em todo caso, há sempre algo nele que vale a pena.

De todos os modos, as lembranças não aparecem sozinhas, elas são construídas. E, muitas vezes, a construção de uma lembrança parte de nós mesmos.

Escolha ser o protagonista da sua história, não aceite mais o papel de coadjuvante! Podemos viver experiências onde nós somos o centro das atenções e não os outros.

O que quero dizer com isso é que passar o dia sentado no sofá, sem se relacionar com ninguém, não ajudará a construir boas lembranças. Se relacionar com outras pessoas, realizar atividades, etc, é o que torna possível a construção de lembranças.

Desejo que a felicidade já conquistada não te impeça de ir em busca de novas experiências.

No entanto, apesar de tudo que já vivemos, as boas lembranças podem ser, às vezes, um veneno contra nós.

As lembranças de felicidades passadas podem nos devorar, caso passemos muito tempo sem fazer nada de interessante em nossas vidas. Caso escolhamos viver na sombra do que o passado nos ofereceu.

Em tempos de inatividade social ou amorosa, a nostalgia é uma grande inimiga.

E isso faz com que, ao relembrar tempos de felicidade passados, ao invés de sentir alegria, a tristeza acabe sendo o sentimento predominante.

O fato de que a etapa lembrada ficou para trás é entristecedora, e queremos voltar a vivê-la. Por este motivo, devemos alimentar nossa fome de experiências continuamente.

É óbvio que nem todas essas experiências serão boas, mas as que ficarem guardadas em nosso baú de memórias serão muito agradáveis; Elas nos ajudarão a continuar seguindo; são elas que nos darão felicidade e vontade de viver.

Não podemos recuperar o tempo perdido; Isso é um fato e uma realidade. Por isso, devemos nos relacionar, fazer coisas diferentes, nos apaixonar…

Tudo para alimentar esse apetite vital que acompanha o ser humano, que faz sentir a vida. Não devemos ficar presos pela inatividade e dar voltas no ciclo da nostalgia;

Essas atitudes não nos levam a lugar algum e nos consomem por dentro. Devemos avançar, seguir em frente e viver.

Portanto, construir lembranças está em nossas mãos, e podemos fazer isso agora mesmo!

Esperar por quê?

*DA REDAÇÃO RH. Texto de Robson Hamuche, idealizador do Resiliência Humana, terapeuta transpessoal e Constelador Familiar. Foto de Ramiro Pianarosa no Unsplash

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Robson Hamuche é Terapeuta transpessoal com especialização em constelação familiar, compõe a equipe de terapeutas do Instituto Tadashi Kadomoto (ITK). É também idealizador e sócio-proprietário do Resiliência Humana, grupo de mídia dedicado ao desenvolvimento humano, que reúne informação de qualidade acerca de todo o universo do desenvolvimento pessoal, usando uma linguagem leve e acessível.