Destaque

“Os seios não me definem como mulher”, disse ela após superar o câncer.

“O meus seios não me definem como mulher”, disse após superar o câncer. Ela se aceitou e aprendeu a ser feliz com seu novo corpo.

Por Lucas Rodríguez

Aflita com a condição de seus seios, Christina Belding teve que se submeter a uma mastectomia total para impedir a progressão da doença. Os resultados mudaram seu corpo, mas ela acredita que sua essência não estava, e não estará, em seu físico.

Apesar do fato de que o tempo da história da humanidade em que vivemos possa ser objetivamente visto como um verdadeiro paraíso, se julgado por qualquer época passada, isso não significa que não tenhamos que conviver com algumas atrocidades.

Uma das mais comuns, mas não menos difíceis de lidar, são as doenças mortais, que ainda afligem as pessoas todos os dias no planeta Terra.


@christinabelding

Sem dúvida, o mais conhecido, assim como o mais temido e implacável, é o câncer. Doença com tratamento, mas mesmo sem cura, essa terminologia para designar uma lista interminável de disfunções orgânicas, que começam a prejudicar nosso corpo, já custou a vida a inúmeras pessoas. O avanço da tecnologia aprendeu a tratá-lo como nunca antes, mas mesmo assim, continua a escapar dos esforços de especialistas.


@christinabelding

Um dos tipos mais comuns de câncer é o câncer de mama. As campanhas para que as mulheres verifiquem regularmente essa parte do corpo ressaltam a importância da prevenção. Caso contrário, uma intervenção cirúrgica dolorosa se torna necessária.


@christinabelding

Christina Belding, do Canadá, foi exposta a essa situação. A mulher de 52 anos teve que concordar que os cirurgiões procedessem à remoção completa de suas glândulas mamárias. Isso não foi fácil de aceitar, mas olhando para trás,

Cristina vê o lado bom:

“Meus seios tiveram que ser removidos. Fico feliz que tenha sido assim, porque não há mais risco de nada. Eles já tinham seus bons momentos de sobra, então preferi aposentá-los a ter que me reinventar com um par artificial. Além disso, ter seios não precisa me definir como mulher.”

–Christina Belding, em seu Instagram –


@christinabelding

Ao ocupar seu Instagram como uma janela para sua vida e experiência, Christina mostrou como sua situação de vida mudou, mas que cabia a ela vê-la como algo lamentável, ou algo para passar e seguir em frente.

A julgar pelas alegres fotos na praia com uma amiga, podemos dizer que Cristina soube deixar o passado para trás.


@christinabelding

Agora ela se dedica a inspirar outras mulheres que estão em situação semelhante, a enfrentar a realidade com um sorriso no rosto. A mensagem dela é que perder uma parte do corpo como os seios pode alterar sua vida, mas não mudará quem você realmente é.

*DA REDAÇÃO RH. Com informações UPSOCL

VOCÊ JÁ VISITOU O INSTAGRAM E O FACEBOOK DO RESILIÊNCIA HUMANA?

SE TORNE CADA DIA MAIS RESILIENTE E DESENVOLVA A CAPACIDADE DE SOBREPOR-SE POSITIVAMENTE FRENTE AS ADVERSIDADES DA VIDA.

Resiliência Humana

Bem-estar, Autoconhecimento e Terapia

Recent Posts

As dicas de saúde masculina que realmente importam e aquelas que pode ignorar por enquanto

Os homens estão mais interessados na sua saúde agora do que em muitos anos. Grande…

2 dias ago

A série com cenas gravadas no Brasil que foi direto ao topo da Netflix: vingança, proteção e um Rio de Janeiro cheio de perigo

Quando uma produção da Netflix chega ao primeiro lugar do ranking logo no fim de…

3 dias ago

Qual parte do corpo você lava primeiro no banho? A resposta pode revelar como você toma decisões

Você provavelmente já tomou milhares de banhos na vida, mas será que já parou para…

3 dias ago

Esta é a melhor série da Netflix em 2026, e ela adapta um dos maiores clássicos da literatura

Entre tantas estreias que chegam ao streaming todos os meses, algumas conseguem chamar atenção por…

3 dias ago

O hábito noturno que muita gente repete sem pensar e que pode estar sabotando a sua pele enquanto você dorme

Depois de um dia longo, a vontade de cair na cama sem passar pela pia…

1 semana ago

O que milhões de pessoas com mais de 60 anos fazem logo ao acordar pode sobrecarregar o coração — e quase ninguém percebe

A manhã de muita gente segue um roteiro que se repete há décadas: levantar rápido,…

1 semana ago