Jogos da Mente: Jogar pode desempenhar um papel de resiliência na saúde mental!

Não há como negar que jogar games é uma das alternativas de entretenimento favoritas de boa parcela da população mundial.

Muitos dos jogadores adentraram nesse mundo virtual na infância e continuam com essa paixão até a idade adulta.

Porém, mesmo quem não tinha o hábito de jogar escolheu recorrer aos games como uma alternativa para lidar com o isolamento social e a ansiedade causada por ele.

Recentemente, a Microsoft realizou um estudo dentro do Xbox Research Accessibility Community Feedback Program, onde um grupo de jogadores com deficiências fez uma análise sobre a importância dos jogos em relação à saúde mental durante o período de crise sanitária.

A pesquisa observou que aproximadamente 84% dos entrevistados afirmaram que os jogos tiveram efeito positivo em sua saúde mental, já 71% disseram que se sentiram menos isolados ao estarem jogando.

Por conta disso, o acesso a serviço de games, como o Game Pass e Steam bateram recordes de acesso, assim como plataformas de jogatina, sendo que uma análise demonstra que a 1xbet é confiável e oferece um amplo catálogo de jogos de cassino, além de uma grande cobertura das apostas esportivas de eventos de todo o globo.

Muito antes do início da crise sanitária, alguns pesquisadores já citavam o benefício dos games para a saúde mental, e nos últimos anos, os desenvolvedores da indústria dos videogames passaram a retratar personagens com doenças mentais em jogos de maneira muito mais cuidadosa.

Sendo que alguns títulos de sucesso que se destacam por isso são: HellBalde: Senua’s Journey, que acompanha uma jovem que sofre de psicose; Psychonauts, onde o personagem consegue projetar mundos mentais de outras pessoas e as auxilia na luta contra os seus monstros; e Celeste, que conta a história de uma garota que morre de ansiedade de escalar uma montanha.

O que acham os especialistas

De acordo com a psicóloga clínica com mestrado em design de jogos, Kelli Dunlap, os videogames têm a capacidade de ajudar as pessoas que vivem com doenças mentais, já que proporcionam maneiras de relaxamento, além de permitir que eles se conectem a outras pessoas e possam se sentir competentes.

“Sabemos que os jogos são excepcionalmente bons em nos ajudar a sentir que nossas decisões são importantes e que podemos ter poder sobre o mundo ao nosso redor e que podemos ter um sentimento de realização”, disse Dunlap.

Para a psicóloga, essas são algumas coisas cruciais para o nosso bem-estar mental, porém, não as conseguimos sempre nas atividades diárias.

E é aí que entram os jogos, eles podem ajudar a neutralizar algumas narrativas autodestrutivas que geralmente acompanham condições como depressão e ansiedade.

Já quando o nosso cérebro nos engana afirmando “Você não presta, você nunca realiza nada, você não vale nada”, os games fazem o completo oposto:

No mundo virtual, você é um herói, está sempre salvando alguém, ou completando uma missão, o que dá a sensação de que está indo bem, está progredindo.

Dunlap tem usado os videogames durante sua prática clínica e utiliza o popular RPG Dungeons & Dragons com um grupo terapêutico, e percebeu que o game ajuda a ensinar as pessoas uma grande variedade de habilidades de comunicação, assim como, resolução de problemas.

Na psicoterapia, a interpretação de papéis é comum, e pode ser extremamente poderosa no tratamento de pessoas que sofrem de ansiedade.

Pode melhorar

Uma gerente do programa de acessibilidade do Xbox, Tara Voelker, afirma que há pouco tempo os desenvolvedores de jogos começaram a abordar de maneira mais extensiva os desafios relacionado à saúde mental, e que apesar do progresso, há muito mais uma preocupação de acessibilidade em jogos para pessoas com deficiência física do que com jogadores com problemas de saúde mental.

Porém, ela acredita que “o espaço de acessibilidade está crescendo e se tornando mais inclusivo, então temos que fazer essa educação agora”, disse Voelker.

Como jogadora, a gerente é aberta a falar sobre seu embate contra o transtorno de estresse pós-traumático, e afirma que os games lhe ajudam a canalizar sua energia, fazendo com que não dê atenção a gatilhos potenciais.

Para Voelker, os problemas relacionados à saúde mental tendem a isolar os indivíduos, mas quando esses desafios são refletidos em um jogo, como em HellBlade: Senua’s Journey, é possível ajudar na normalização da doença mental, quebrando qualquer estigma em torno dela.

Dessa forma, as pessoas que sofrem com esses problemas conseguirão ficar mais à vontade em buscar ajuda e falar sobre o assunto ao jogar certos games.

*DA REDAÇÃO RH.

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