Na dúvida, chame de amor e pronto.
É amor que fala, né? Quando a gente pensa em alguém e sente um frio de montanha russa no ventre, um calor de fogueira na alma e uma paz de domingo à tarde no coração. É amor que a gente fala.
O mundo caindo lá fora e a gente aqui dentro, escondido num pensamento bom, fazendo planos para logo mais à noite, querendo que o tempo voe e a pessoa chegue. É amor que fala.
Eu acho que é amor que fala quando a gente se pega pensando em alguém em hora insuspeitada. O chuveiro queima, a gente pensa. A comida chega, pensa de novo. A noite cai, o vinho sobe, o filme acaba, o mês começa, a banda passa, a loja fecha, o tempo abre e a gente ali, pensando em alguém como uma notícia boa.
A gente só faz pensar na pessoa. Isso é amor que fala, né?
Quando chove e acaba a luz, a gente abraça a pessoa se ela estiver perto e pensa nela de pronto se estiver noutro canto. Dá na gente um desejo inconsciente e involuntário de que ela esteja bem, a salvo da chuva, do vento, da escuridão. E é amor que a gente fala.
Sentimento bom dispensa títulos, anúncios, apresentações formais. Chega sem aviso. Nasce de repente. Rebenta numa felicidade e a gente não sabe que nome tem, não sabe que nome dar.
Deixe. Não precisa dizer. Mas aqui, entre nós, sem medo de errar, a gente sabe. É amor que a gente sente. Amor que a gente tem, amor que a gente dá.
Amor, sim. É amor que a gente fala.
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