“ A vaidade destrói”
A vaidade é um cupim, que destrói até mesmo o que não existe; é ela quem liquida a fatura da alma do ser humano, capaz de enganar qualquer um, a subserviência de um ser humano a uma paixão.
Guerras acontecem transversalmente, longitudinal e até mesmo equidistantes, sendo capazes de trazer orgulho, teimosia e astúcia, quando o ser humano está em posse da vaidade.
Não é difícil de imaginar uma paixão e os seus poucos limites, que cegam o sujeito de uma forma sem precedentes e ponderações.
É a paixão que ajuda a vaidade e o ego a se inflarem, desmedidos não sabem o que é certo e o que é errado, enrugados por este amor transbordante.
Em Provérbios 18:12 nos ensina que antes da sua queda o coração do homem se envaidece, mas a humildade antecede a honra.
E o que é uma vida envaidecida?
É Trazer glórias a si, é andar às margens da sociedade, caminhar sozinho e ser derrotado mais a frente.
Pois é, a vaidade destrói qualquer um e qualquer coisa, mesmo a existir no plano material.
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