A atriz americana Sandra Bullok sempre sentiu muita pressão quando o assunto era constituir família e “ter filhos”. A imprensa caia em cima dela pedindo explicações e questionando “quando ela iria se casar e ter filhos”.

Quando vai acelerando os anos, as atrizes famosas começam a ser cobradas de maneiras muito cruéis, querem que elas casem, que tenham filhos, que preservem uma beleza eterna. E isso tudo, afeta a saúde mental.

Depois de ter que responder essa pergunta um milhão de vezes, a atriz deu uma declaração para tentar silenciar a imprensa, já que ela optou pela adoção e não deseja ter filhos biológicos. Ela disse:

“Você não tem que dar à luz alguém para ter uma família. Somos todos uma família – uma família extensa”, respondeu a atriz.

Ela ainda pediu com muito carinho que não usassem mais o rótulo “filhos adotivos”.

Em entrevista à revista InStyle, que não gosta que chamem seus filhos de crianças adotadas. Mãe dos fofinhos, Louis, 8 anos, adotado em 2010, e Laila, 6 anos, adotada em 2015, ela pediu para que parem de rotular seus filhos.

“Vamos todos nos referir a essas crianças como “nossos filhos”. Não diga “meu filho adotivo”. Ninguém chama o filho de “filho de fertilização in vitro” ou de “filho por acidente, fui a um bar e engravidei”. Vamos apenas dizer: nossos filhos”, pediu Bullok.

A adoção foi, para ela, o melhor caminho para se tornar mãe. A sua maior queixa são os olhares de estranhamento que ela recebe quando passeia com os filhos nas ruas. Isso por conta do tom de pele diferente. Sobre isso, Sandra disse que, se pudesse, mudaria de tom de pele para ficar igual a eles e, não ter que conviver com esses olhares.

“Eu amo quem eles são. Todos os dias eu posso ver quem eles são e tenho muita sorte de poder ter meus filhos e vê-los crescer e se tornar quem eles serão quando adultos. Isso me deixa muito orgulhosa’’, declarou a atriz.

Uma mãe é uma mãe independente se os filhos forem biológicos ou adotados, essa ideia de “bastardos”, ou de “filho de criação”, é uma ideologia muito antiga e arcaica e deve ser abolida da nossa mentalidade atual.

*DA REDAÇÃO RH.

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