Você atrai o que você sente. Atraímos o que sentimos, não o que pensamos

O que eu sinto internamente, o que estou vibrando atrai mais daquilo, ou como já diziam os Titãs: “mais do mesmo”.

Juliana Nishiyama

Agora vamos falar sobre lei da atração, que é um assunto ainda muito mal interpretado, mas que deveria ser imensamente expandido, porque é como a gravidade. É uma lei universal, acreditando ou não, praticando ou não, querendo ou não, ela atua na sua vida.

Então vamos à explicação. Quando pensamos sobre algo, estamos apenas pensando, não estamos emitindo uma vibração. Podemos desviar o pensamento para outra coisa, se não quisermos pensar naquilo. Mas se esse pensamento ativar um sentimento ou emoção, vira uma vibração que emite frequência. Por exemplo: pensamos que fulano ou sicrano não gosta de nós ou que algumas pessoas falam mal de nós pelas costas. Se pensamos assim e sabemos que eventualmente isso acontece, se isso não ativa em mim uma emoção ou sentimento, é apenas um pensamento, e tudo bem.

Agora, se eu penso a mesma coisa e isso vem seguido de um sentimento negativo, como “que raiva dessas pessoas que não gostam de mim” ou “odeio que as pessoas falem de mim pelas costas”, qual é a minha vibração no momento? A de raiva e ódio dessas pessoas, não é mesmo?

E assim eu vou atrair ainda mais situações da mesma forma, porque é isso que a minha frequência vibra.

O que eu sinto internamente, o que estou vibrando atrai mais daquilo, ou como já diziam os Titãs: “mais do mesmo”.

Agora, com coisas materiais, que é a maior dúvida da galera: penso que quero comprar um carro. Como é este pensamento: quero comprar, mas não tenho dinheiro. Quero comprar, mas não sei como vou pagar. Quero um carro, mas tá muito difícil agora, está muito caro. Pensei que quero, mas não consigo. Então qual é o sentimento? O sentimento é de falta, de escassez, de medo.

Mas quando quero algo e não sei como realizar, o que faço? Gente, o como aquilo vai acontecer, deixamos para o Universo. É assim que funciona. Eu simplesmente não sei como, eu só sinto que posso.

E como faço para me sentir assim? Primeiro, se eu quero um carro, eu preciso começar a procurá-lo, não é verdade? Então eu já começo dessa forma, procuro na internet, vou a uma concessionária, entro nos carros, sinto o cheirinho, peço um test drive, escolho a cor, compro um chaveiro para colocar a chave dele, digo ao vendedor que estou pesquisando o melhor carro.

O Universo não sabe o que é realidade física, para ele, tudo é energia, vibração, frequência, e irá manifestar na sua vida o que você quer, se você acreditar e sentir que aquilo já é uma verdade no agora.

Substituindo as crenças

Aí você vai me perguntar: mas, Ju, eu faço tudo isso e não manifesto. E eu vou lhe responder: se você não está manifestando na sua realidade aquilo em que você acredita merecer, você vai precisar trabalhar o seu sistema de crenças. Existem crenças profundas no nosso inconsciente e nele também está o nosso depósito de memórias. Estamos ativando essas crenças e memórias o tempo todo e, muitas vezes, não sabemos o que existe lá. Quando limpamos essas crenças e as substituímos, quando limpamos nosso depósito de memórias e sentimentos, as coisas mudam. Nós mudamos, os nossos pensamentos mudam, mudam também nossas emoções e sentimentos, logo muda a nossa vibração.

E agora você já sabe: você atrai o que sente.

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Juliana Nishiyama
Juliana é psicoterapeuta quântica, holística e taróloga, especializada em curas emocionais, desenvolvimento espiritual e humano e mudança pessoal. Iniciou sua missão de alma em 2012 quando descobriu que seu propósito era auxiliar pessoas a descobrirem e acessarem seu próprio poder, transformando suas realidades e criando-as da melhor forma possível. Através do Thetahealing®, Access Consciousness, EFT, Ho’oponopono, Tarologia Terapêutica e diversas outras técnicas, segue sendo um canal de transformações, auxiliando milhares de pessoas a desenvolverem a melhor versão de si mesmas, incentivando ao amor, autoconhecimento e expansão da consciência.