Nesta última quinta-feira (29), um grave acidente aéreo ocorreu em Washington, nos Estados Unidos. Um avião comercial da American Airlines colidiu com um helicóptero militar do Exército dos Estados Unidos, resultando em uma tragédia de grandes proporções.
A aeronave caiu no Rio Potomac, dessa maneira, desencadeando uma operação de resgate complexa em meio a condições climáticas adversas.
A colisão envolveu um Bombardier CRJ700, operado pela PSA Airlines sob a bandeira da American Airlines, e um helicóptero militar Sikorsky H-60, que realizava um voo de treinamento.
O jato comercial, que partiu de Wichita, Kansas, transportava 60 passageiros e quatro tripulantes. O helicóptero pertencia à Companhia B do 12º Batalhão de Aviação de Fort Belvoir, Virgínia, e contava com três soldados a bordo.
Portanto, a Administração Federal de Aviação (FAA) e o National Transportation Safety Board (NTSB) iniciaram investigações para esclarecer as causas do acidente, contando também com o apoio do FBI.
De acordo com especialistas, o espaço aéreo de Washington, D.C., é altamente congestionado, exigindo comunicação precisa entre aeronaves civis e militares.
Segundo George Bacon, ex-piloto das Forças Aéreas Reais do Reino Unido, helicópteros militares nos EUA possuem maior liberdade para navegação, porém, devem seguir protocolos de prevenção de colisões.
As condições climáticas na hora do acidente incluíam ventos de 26 km/h, com rajadas de até 42 km/h. Apesar de ventos cruzados moderados, especialistas afirmam que esses valores estavam dentro dos limites operacionais da aeronave.
As equipes de resgate estão enfrentando grandes dificuldades por conta da temperatura estar abaixo de zero e água turva. Desse modo, foram necessários mais de 300 socorristas para vasculhar a área em busca de vítimas e destroços.
Até o momento, 19 corpos foram retirados do rio, e uma das caixas-pretas da aeronave foi localizada por mergulhadores.
Apesar de estar submerso, o helicóptero militar parece estar intacto. Contudo, o avião comercial foi fragmentado pelo impacto.
O presidente Donald Trump declarou estar acompanhando a situação de perto e pediu orações para as vítimas. O CEO da American Airlines, Robert Isom, também expressou “profunda tristeza” pela tragédia.
Imagem de Capa: Reprodução
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