Usar o silêncio como forma de comunicação é dizer: “Eu não me importo”. O que você não diz, dá margens para interpretações equivocadas!

O que você diz também pode ser distorcido por quem ouve porque as pessoas só entendem o que elas conhecem.

Se uma pessoa alimenta pensamentos negativos, por mais que você a inspire com boas novas, ofereça a ela conselhos e atenção, ela só vai entender o que ela sente, o que já está dentro dela e já é conhecido. É por isso que muita gente diz “As pessoas só podem oferecer o que elas têm”. E eu completo, “elas só entendem o que elas sabem”.

Você pode tentar ensinar algo novo a alguém que não quer aprender? Dificilmente.

É possível fazer alguém comer um fruto quando esse alguém não sente fome?

Forçosamente, talvez. Mas a verdade é que, sem vontade, ninguém faz nada.

Mesmo que a pessoa não conheça o que está sendo dito, se ela tem vontade de aprender, se ela tem intenção de entender, ela consegue. Mas se o que ela tem dentro de si são certezas e crenças absolutas, nada do que você disser a fará pensar ou agir diferente.

Você pode espernear, gritar, criar situações para chamar a atenção do outro, mas de nada adiantará, você só vai se frustrar e amargar a dor de ter falado mais do que devia, ou menos do que queria.

Tudo o que você diz para quem não quer te ouvir são como palavras ao vento, se dissolvem e voltam a ser nada. E tudo o que você não diz, quando quer muito dizer algo, dá margens a interpretações equivocadas.

Isso porque, além de não entender, a pessoa começa a criar hipóteses, congecturar fantasias, que podem ser muito prejudiciais a sua saúde mental.

Usar o silêncio como forma de comunicação é dizer: “Eu não me importo”. Mesmo que você se importe, é isso que o outro vai entender. E falar demais sobre o que você pensa da vida do outro, é dizer: “Eu sei mais da sua vida do que você”.

Então o que devemos fazer? Falar ou silenciar?

Aprendi que devemos falar enquanto o outro está disposto a ouvir. Forçar um entendimento é, como dizem, “chover no molhado”. O silêncio é bom para que você reflita diante de si mesmo, porém, quando o outro espera uma palavra, uma explicação, e você nega, a sua falta de comunicação demonstra indiferença.

Se você não está conseguindo se comunicar com alguém e isso está te causando sofrimento, me chame no direct @rhamuche e agende uma consulta individual. Um movimento pode ser o suficiente para desatar nós antigos.

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*DA REDAÇÃO RH. Texto de Robson Hamuche, idealizador do Resiliência Humana, terapeuta transpessoal e Constelador Familiar. Foto de Hayley Murray na Unsplash.

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Robson Hamuche é Terapeuta transpessoal com especialização em constelação familiar, compõe a equipe de terapeutas do Instituto Tadashi Kadomoto (ITK). É também idealizador e sócio-proprietário do Resiliência Humana, grupo de mídia dedicado ao desenvolvimento humano, que reúne informação de qualidade acerca de todo o universo do desenvolvimento pessoal, usando uma linguagem leve e acessível.