UM AMOR QUE SE MENDIGA NÃO É AMOR!

Resiliência Humana

Por Raquel Aldana

Um amor que se mendiga não é amor, é falta de dignidade e auto-respeito. Porque quando você ama alguém, se importa e tenta evitar dores, se possível. Portanto, se você não tiver cuidado com aqueles “falsos amores”, se não evitar a dor, então você não está amando.
Neste sentido, fazê-lo é o primeiro passo para viver o amor em plenitude, para evitar cair na manipulação, abuso ou vitimização. Provavelmente, nessa situação pensamos e sentimos que o sofrimento é inevitável, mas isso não é verdade.


“Qualquer ser humano pode superar a si mesmo, impossibilitar que tirem proveito de seus sentimentos, e avaliar como uma relação não vale a pena porque não nos oferece a alegria e crescimento.”

O luto de amar quem não te ama

Perceber e dizer adeus a um amor que não nos ama e não mostra nenhum cuidado ou afeto nos obriga a respeitar o nosso momento de dor, o qual requer em si mesmo um espaço para entender o que nos aconteceu. O luto de amor precisa de reflexão e aperfeiçoamento, pois a angústia de percebermos que alguém não nos ama nos faz sentir que algo está nos devorando no interior. Sentimos que esse “não amor” traiu os nossos sentimentos e riu de nossa capacidade de amar.
Permita-se tempo para ficar com raiva, negar a realidade, fantasiar, se horrorizar, entrar em colapso, ignorar e conhecer as suas partes quebradas e as ainda intactas, para reconstruir os sentimentos, etc.
“Tudo isso é essencial para nos amarmos, nos sentirmos importantes e de valor. No final do dia, quando um “não amor” é deixado para trás, começa um processo de liberdade emocional que é parte do bem-estar de se despedir da dor.”

A falta de interesse mata o carinho

O amor se deve mostrar, não mendigar. Fazer isso é submeter a nossa capacidade de amar a um dos piores sentimentos: a indiferença. A indiferença vive de desequilíbrio em um relacionamento.
“Não há nada melhor do que amostras frequentes de desinteresse para começarmos a abrir os olhos quando nos sentimos obrigados a fechá-los.”
Então percebemos que nem todo “amor” é de verdade, que nem sempre o “querer” é recíproco e que, para ser feliz como casal ambos precisam rir juntos, ser amantes e cúmplices.


Apenas na ausência de mentiras, de desculpas e interesses você pode criar um amor livre baseado essencialmente em comportamentos saudáveis ​​e não em submissões. Nós merecemos essa relação na qual temos a liberdade de escolher, estar perto, dar e receber afeto.

É necessário cuidar de sua autoestima, querer-se bem.

Ninguém pode te fazer infeliz sem o seu consentimento. Para construir um relacionamento feliz deve se importar, amar e valorizar o outro. Ou seja, temos de provar que amamos a cada dia.
O amor verdadeiro e essencial é o amor-próprio e é a partir deste sentimento que podemos separar e fazer valer o que merecemos e o que não merecemos.

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