Ser mãe também dói, faz sofrer, corta a carne e o coração.

Resiliência Humana

Vale a pena ler este texto (marca uma mãe pra ler ❤)

Ser mãe é a experiência mais forte, transformadora e engrandecedora que uma mulher pode experimentar, mas ser mãe também dói, faz sofrer, corta a carne e o coração.

Dói quando a mulher vê o corpo se transformar, quando sente o corpo se dividir em dois para trazer uma nova vida, quando os hormônios entram em ebulição.

Dói quando não podem dormir uma noite inteira de sono, quando tem que levantar da cama muitas mais vezes que gostaría, quando não descansam por meses a fio. Dói muito quando eles começam a chorar e não param.

Amamentar dói, não amamentar dói mais ainda. Dói quando o filho não come, quando ele insiste em fazer birra, quando ele faz o contrário do que você gostaria.

Dói quando você não sabe se está acertando, não tem certeza se está sendo uma boa mãe, se pergunta se tudo é mesmo tão difícil, tão complicado, tão desafiador.

Dói quando você sente culpa (e você se culpa por quase tudo), quando as pessoas te culpam, quando você se vê julgada. Dói ouvir palpite a todo momento, ouvir críticas à sua forma de criar, ao seu jeito de educar. Dói quando alguém dá algo para seu filho comer sem pedir a sua autorização, quando te desautorizam, quando fazem pouco caso das regras que você considera importantes.

Dói, e dói muito, dói acima de tudo o medo que ser mãe traz. O medo do futuro, o medo da violência, o medo que o seu filho venha a sofrer.

E longe de mim dizer que toda essa dor não vale a pena. Vale sim. Vale cada suspiro dado, cada lágrima derramada, cada pingo de suor que cai. Vale a dor da carne, da alma e do coração, porque amor de mãe é o sentimento mais forte que alguém pode experimentar e nada substitui essa experiência. Nem de longe.

FONTEDona Cegonha
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