Rainha Elizabeth 2ª:’Quando a vida parece difícil, os corajosos não se deitam e aceitam a derrota; em vez disso, estão ainda mais determinados a lutar por um futuro melhor.’

Morre a Rainha Elizabeth. A mulher que conseguiu fazer, mesmo com o passar dos anos, os Windsor continuarem sendo respeitados por inúmeras pessoas ao redor do mundo.

Para homenagear essa rainha que se tornou a mais querida do mundo e que fez da sua monarquia, muito mais do que meras capas de tabloídes, que transformavam as suas crises familiares em sensacionalismo arbitrário, separei algumas falas da rainha, realmente inspiradoras, como esse discurso que ela fez após um ataque terrorista que deixou 52 mortos em Londres, em julho de 2005, que revela claramente a força e a sabedoria dessa mulher.

Naquela ocasião, onde o horror tinha, aparentemente, tomado conta de Londres, ela disse:

‘Quando a vida parece difícil, os corajosos não se deitam e aceitam a derrota; em vez disso, estão ainda mais determinados a lutar por um futuro melhor.’

Sobre o histórico de polêmicas na família real, anterior até ao seu reinado, no bicentenário americano, na Filadélfia, em julho de 1976, ela disse:

‘Como todas as melhores famílias, temos nossa cota de excentricidades, de jovens impetuosos e rebeldes e de desentendimentos.’

Naquela época, ela nem imz\aginava que os conflitos de relacionamento continuariam acontecendo dentro do seu ceio familiar, décadas depois.

O Reino Unido chora a partida de sua rainha, um símbolo do respeito a tradição.

Ela foi um símbolo de disciplina e coragem, enfrentou homens poderosos e se fez respeitar sem o peso da intinidação, pelo contrário, com muita cordialidade.

Excentrilidades essas, que ela buscou abafar e/ou amenizar, independente do tamnho do escândalo.

Sempre disposta a estabelecer a paz, em um discurso emocionante no natal de 2008, a rainha disse:

‘Talvez sempre aconteça que o empenho pela paz seja a forma de liderança mais difícil de todas. Não conheço uma fórmula única para o sucesso, mas ao longo dos anos tenho observado que alguns atributos de liderança são universais, e muitas vezes, tratam de encontrar maneiras de encorajar as pessoas a combinarem seus esforços, talentos, percepções, entusiasmo e inspiração a trabalharem juntos.’

Disse a rainha:

O corpo de uma verdadeira rainha pode até ser finito, mas a sua sabedoria sempre será imortal.

Por isso, por mais que seja triste, como ela mesma aconselhou, pé preciso ser corajoso e os corajosos não se deitam no chão e não aceitam a derrota.

Se ainda estivesse entre nós, ela diria hoje que, mesmo que tudo esteja extremamente difícil, é preciso se levantar ainda mais determinados, para lutar, por um futuro melhor.

A rainha nos deixa um legado de paz e uma lição importante para todos que ainda estão aqui. Na atual conjuntura do mundo, devemos priorizar as conciliações, assim como ela ensinou no ato da sua posse em 1953:

‘Este novo poder, que se revelou uma arma terrível de destruição, é utilizado pela primeira vez para o bem comum de nossa comunidade.’

E assim o fez! Adeus à rainha!

Elizabethe foi e será eternamente uma personagem forte da história do mundo, sabia ler, como poucos, a sua função social e, sabiamente, a exerceu com maestria.

*DA REDAÇÃO RH. Texto de Iara Fonseca, jornalista, escritora, editora de conteúdo dos portais Resiliência Humana, Seu Amigo Guru, Homem na Prática e Taróloga. Para agendar uma SESSÃO DE AUTOEXPANSÃO com a Iara, mande um direct para @ESCRITORAIARAFONSECA

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