Quer evitar muito sofrimento? Aceite as pessoas como elas são!

Muitos acreditam que o amor dá sentido as nossas vidas, isso, de certa forma, é uma verdade, mas isso só se dá, de fato, quando ele é sentido em nosso coração, sem o controle do ego.

Para que o amor seja sentido em sua inteireza, precisamos nos colocar diante do outro, sem julgamentos. Precisamos aceitar as pessoas tal como são e, principalmente, devemos parar de criar expectativas e desejar que elas se submetam a nossa vontade.

Quando esperamos que o amor seja a porta que nos leve aos propósitos mais puros de nossa alma, somos movidos por sentimentos nobres que envolvem virtudes como a paciência e a compaixão. Mas quando deixamos o ego controlar o amor que sentimos, acabamos depositando no outro a responsabilidade de nos fazer felizes.

Porém, esse movimento de entregar a responsabilidade da nossa felicidade na mão de outra pessoa, faz, automaticamente, com que a nossa própria vida, perca o sentido.

Simplesmente porque nós deixamos de viver as nossoas próprias experiências para esperar que o outro nos leve para caminhos que, “acreditamos”, ser melhores do que aqueles que nós trilhamos até aqui. E isso gera muito sofrimento.

Quando acreditamos que o outro precisa satisfazer as nossas necessidades, invalidamos a nossa vida e desvalorizamos as nossas conquistas na espera de que outro nos valorize. Já aviso que, isso não é amor, é apego do ego, é ilusão do que o amor poderia ser, mas não é.

O amor não precisa fazer sentido, não precisa ser explicado, não precisa ser posto à prova, o que ele precisa de fato é que aprendamos a sentí-lo em sua inteireza, em sua completa e irrestrita liberdade.

A liberdade de sentir o amor sem nada esperar em troca é uma virtude das pessoas resilientes.

São aquelas pessoas que focam no bem, em fazer o bem, em pensar o bem, em sentir o bem. Mas, por outro lado, se dizemos que amamos, mas, continuamente, desejamos o mal, e nos sentimos mal ao pensar na outra pessoa, nos colocamos diante do outro como um cobrador, é claro e óbvio que não estamos nos conectando ao amor verdadeiro e sim, aos desejos do ego.

Precisamos ficar atentos a isso para que não adoeçamos a nós e aos outros com a desculpa de que os amamos profundamente. O amor, em nenhuma hipótese nos adoece, pelo contrário, ele nos cura.

Se não há cura, não há amor, há apenas obsessão, egoísmo e necessidade de controle… E essa combinação é um coquitel de sofrimento.

Não procure um amor para que a sua vida ganhe um novo sentido, procure sentir o amor de verdade, pelas pessoas, pelas coisas, por tudo que existe, para que você se torne livre das condições mesquinhas que o ego cria para amar e ser amado.

Quer evitar muito sofrimento em sua vida? Aceite as pessoas como são e a realidade como ela se apresenta e, a partir disso, traga soluções simples para a sua vida.

Se você vive um “amor às avessas”, sofre e faz sofrer, está na hora de encerrar esse ciclo de sofrimento e começar a amar de verdade. Dê esse passo em direção a sua felicidade, me chame no direct @rhamuche, eu posso te ajudar.

*DA REDAÇÃO RH. Texto de Robson Hamuche, idealizador do Resiliência Humana, terapeuta transpessoal e Constelador Familiar. Photo by Devon Janse van Rensburg on Unsplash.

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Robson Hamuche é Terapeuta transpessoal com especialização em constelação familiar, compõe a equipe de terapeutas do Instituto Tadashi Kadomoto (ITK). É também idealizador e sócio-proprietário do Resiliência Humana, grupo de mídia dedicado ao desenvolvimento humano, que reúne informação de qualidade acerca de todo o universo do desenvolvimento pessoal, usando uma linguagem leve e acessível.