Quando você não sabe qual caminho seguir, você aceita qualquer coisa.

Quando você está se sentindo perdido(a), sua mente fica trabalhando incansávelmente, os pensamentos ficam acelerados, a ansiedade se torna sufocante, e você, simplesmente, não sabe o que fazer, não sabe para onde ir.

Você fica se perguntando o que te levou a esse estado de total descontrole emocional, mas não consegue ouvir nenhuma resposta.

Você se sentre doente, incapaz, insuficiente, desimportante, desinteressante… Você se torna passivo(a) as influências externas, fica boiando na superfície, balançando os pés para não afundar… Mas quanto mais você se debate sobre as “mágoas”, mais as sujeiras que estavam depositadas lá no fundo, vem à tona.

Quando você se dá conta, já está aceitando menos do que merece. Justamente, porque você não acredita que merece mais.

Ao tentar se proteger das suas sujeiras emocionais, você acaba se afogando, se rende ao cansaço e se entrega ao sofrimento.

Melhor seria se você encarasse a verdade. Se você decidisse mergulhar fundo nessas águas turvas, e nadar, nadar, nadar, consistentemente até atravessar a “arrebentação”, até chegar no seu oceano interior, onde existem águas cristalinas.

É lá no fundo que está a sua fortaleza.

Quando você escolher esse caminho, você, finalmente, estará a salvo.

Quando você duvida da sua sabedoria interior, você se sente perdido(a), você se torna refém das emoções, você perde a sensibilidade de perceber o que é melhor pra você.

Perdido(a), você fica esperando que alguém te salve, que alguém aponte qual é a direção que você deve seguir, o que você precisa fazer… Mas ninguém aparece. Isso acontece porque mente e coração estão em conflito.

Você precisa tirar a venda que cobre os seus olhos para conseguir começar a enxergar claro, mas se você tem medo de mergulhar fundo, você vive cheio(a) de dúvidas, e entra em desespero.

Quando você se desespera, você respira errado, e começa a beber essa “água suja”, cheia de incertezas. Você não ouve a sua intuição e despreza as orientações que vem do coração.

Se você está se sentindo perdido(a) e não sabe qual caminho seguir, me chame no direct@rhamuche e agende uma consulta individual.

*DA REDAÇÃO RH. Texto de Robson Hamuche, idealizador do Resiliência Humana, terapeuta transpessoal e Constelador Familiar. Foto de Lena Sida no Unsplash.

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Robson Hamuche é Terapeuta transpessoal com especialização em constelação familiar, compõe a equipe de terapeutas do Instituto Tadashi Kadomoto (ITK). É também idealizador e sócio-proprietário do Resiliência Humana, grupo de mídia dedicado ao desenvolvimento humano, que reúne informação de qualidade acerca de todo o universo do desenvolvimento pessoal, usando uma linguagem leve e acessível.