Quando você impõe a sua vontade à força, você perde a razão e revela que não tem controle diante das emoções assombradas que, constantemente, te dominam.

Quando você quer fazer valer a sua opinião, sem ouvir com profundidade as necessidades do outro, você prova a sua intolerância e a sua falta de empatia.

Quando você não permite que o outro tenha os mesmos privilégios que os seus, porque acredita que você é melhor que ele, você demonstra que não vive sob as bases do amor.

Quando você se deixa levar por impulsos de violência, pela vontade ignorante que atropela quem está perto, você assusta os outros, com a brutalidade com que utiliza o seu poder.

Quando você usa a sua vitalidade para defender tendências antagônicas e se rende as grosserias que geram brigas, conflitos e confrontos, você expressa que é certo fazer uso do abuso do poder para atender vontades mesquinhas.

Quando a raiva, o orgulho e a ira tomam conta de você, o que fica claro aos olhos dos outros, é a sua fraqueza emocional, a sua falta de consciência e respeito às diferenças.

Quando você promove a sedução sem sentido, na vontade de convencer os outros de que a sua ideologia é a única que deve prevalecer, você desrespeita a dualidade da vida.

Não existe certo ou errado. O que existe, são comportamentos equivocados, e comportamentos que levam a união e ao amor. A escolha sempre é nossa.

A humanidade vem fazendo escolhas que segregam, em vez de unir, e esse caminho só gera mais sofrimento.

O amor tem que ser o guia das nossas ações, mas quando o coração está bloqueado, o mal se torna inevitável e incontrolável.

É preciso desbloquear o amor se quisermos estabelecer o equilíbrio.

Precisamos aprender a dominar as ações instintivas provocadas pela raiva, com a aceitação dos opostos, e respeitar os limites dos principios da cidadânia.

Como disse Buda “Todos os seres vivos tremem diante da violência. Todos temem a morte, todos amam a vida. Projete você mesmo em todas as criaturas. Então, a quem você poderá ferir? Que mal você poderá fazer?”.

Quando você impõe a sua vontade à força, você perde a razão.

Para atendimentos individuais e constelações familiares, envie um direct para @rhamuche.

*DA REDAÇÃO RH. Texto de Robson Hamuche, idealizador do Resiliência Humana, terapeuta transpessoal e Constelador Familiar. Foto de Joshua Wordel no Unsplash

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Robson Hamuche é Terapeuta transpessoal com especialização em constelação familiar, compõe a equipe de terapeutas do Instituto Tadashi Kadomoto (ITK). É também idealizador e sócio-proprietário do Resiliência Humana, grupo de mídia dedicado ao desenvolvimento humano, que reúne informação de qualidade acerca de todo o universo do desenvolvimento pessoal, usando uma linguagem leve e acessível.