Comportamento e Psicologia

Psicóloga criminal revela a pergunta simples que consegue diagnosticar um narcisista

De acordo com a psicóloga criminal e especialista em comportamento humano, Dra. Julia Shaw, há uma pergunta simples que muitas vezes é suficiente para descobrir se alguém apresenta traços narcisistas.

A psicóloga, conhecida por suas pesquisas sobre memórias falsas e comportamento criminal, explica que o Transtorno de Personalidade Narcisista (TPN) envolve um exagerado senso de autoimportância, necessidade constante de admiração e, muitas vezes, falta de empatia pelos outros.

“Nem todo pensamento egoísta significa que alguém é narcisista, mas há sinais claros que podem ser observados”, afirma Dr. Shaw.

O teste mais simples de todos

Para identificar um narcisista, normalmente são necessários questionários extensos e detalhados. No entanto, um recente estudo revelou algo curioso: uma única pergunta pode ser tão eficaz quanto dezenas de perguntas complexas.

Essa é a chamada “single item narcissism scale” — uma abordagem que se tornou um dos achados favoritos de Dr. Shaw:

A pergunta é simples: “Você se considera um narcisista?”

De acordo com a especialista, a resposta de um narcisista geralmente é algo como: “Sim, mas eu sou melhor que a maioria das pessoas.”

Ou seja, o que realmente denuncia o narcisista é a autoavaliação inflada e a sensação de superioridade.

Por que funciona tão bem?

O raciocínio é simples: pessoas com traços narcisistas tendem a se enxergar como excepcionais e não têm problemas em admitir isso, mesmo quando o termo “narcisista” carrega uma conotação negativa.

“É uma avaliação realista de si mesmo — porque o narcisismo é exatamente isso”, explica Dr. Shaw.

Apesar da eficácia, a especialista alerta que o termo “narcisista” é muito usado de forma casual e exagerada, o que pode distorcer seu verdadeiro significado em contextos clínicos ou terapêuticos.

Narcisismo no dia a dia e na liderança

Dr. Shaw também observa que traços narcisistas são mais comuns em líderes e figuras de poder, embora o diagnóstico real exija atenção profissional.

No cotidiano, porém, reconhecer essas características pode ajudar a evitar relacionamentos abusivos ou situações de manipulação. Assim, tornando essa simples pergunta uma ferramenta prática e poderosa de autoavaliação.

Imagem de Capa: Reprodução/Canva

Jade Lourenço

Formada em Design Gráfico e atua como criadora de conteúdo para o Resiliência Humana, onde escreve artigos voltados para saúde, bem-estar, relacionamentos e entretenimento. Apaixonada por gatos, viagens e novas culturas, busco transformar informação em conteúdos leves, envolventes e acessíveis para o público.

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