Por vezes o que é doce também se acaba. Mas também não me cabe amargura.

Sil Guidorizzi

Por vezes o que é doce também se acaba. Mas também não me cabe amargura.

Jogo para o alto tudo que atrasa meus ímpetos de felicidade.

Entrego pra vida o que não me pertence.

Fecho a porta para aquilo que não serve e peço licença para que todos meus desejos por menores que sejam, possam de alguma forma ser realizados nessa trajetória.

Agradeço, confio e deixo pra lá o que me fizeram.

Assumo as responsabilidades que preciso com zelo pelos que me cercam.

Ofereço-me para a vida por acreditar que ela se completa em trajetos e afetos bonitos.

Por vezes o que é doce também se acaba.

Mas também não me cabe amargura.

A cura está no coração de quem não se revolta e aceita o momento presente.

Chama-se: Renovação interior.

Porque o que é doce também acaba, mas como já disse, também não me cabe amargura.

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Sil Guidorizzi
Sou Paulista, descendente de Italianos. Libriana. Escritora. Cantora. Debruço-me sobre as palavras. Elas causam um efeito devastador em mim. Trazem-me â tona. Fazem-me enxergar a vida por outro prisma. Meu primeiro Livro foi lançado em Fevereiro de 2016. Amor Essência e Seus Encontros pela Editora Penalux. O prefácio foi escrito pelo Poeta e Jornalista Fernando Coelho. A orelha escrita pelo Poeta e jornalista Ivan de Almeida. O básico do viver está no simples que habita em mim.