Por mais bom senso e menos julgamentos precipitados!

O Julgamento – é a capacidade de combinar qualidades pessoais com conhecimento e experiência relevantes para formar opiniões e tomar decisões -, de acordo com Noel Tichy e Warren Bennis. É o que permite uma escolha acertada na ausência de dados claros e relevantes ou de um caminho óbvio.

Até certo ponto, todos somos capazes de formar opiniões e interpretar evidências. O que precisamos, é claro, é ter bom senso.

É preciso muito esforço para entender em que consiste o bom senso.

Alguns especialistas o definem como um instinto adquirido ou “intuição” que de alguma forma combina uma experiência profunda com habilidades analíticas em um nível inconsciente para produzir um insight ou reconhecer um padrão que os outros ignoram.

Em um alto nível, essa definição faz sentido intuitivamente; mas é difícil subir de nível, de compreender o que é julgamento para saber como adquiri-lo ou mesmo reconhecê-lo como o certo.

Cientistas de Harvard descobriram que líderes com bom senso tendem a ser bons ouvintes e bons leitores – capazes de ouvir o que as outras pessoas realmente querem dizer e, portanto, de ver padrões que os outros não veem.

Para fazer um bom julgamento: Ouça com atenção, leia com atenção

De acordo com as pesquisas, o bom senso requer que você transforme conhecimento em compreensão.

Porém, muitas pessoas se precipitam em julgamentos errados porque, inconscientemente, filtram as informações que recebem ou não são suficientemente críticos do que ouvem ou lêem.

A verdade, infelizmente, é que poucos de nós realmente absorvem as informações que recebemos. Filtramos o que não esperamos ou não queremos ouvir, e essa tendência não melhora necessariamente com a idade. (A pesquisa mostra, por exemplo, que as crianças percebem coisas que os adultos não percebem.) Como resultado, muitas pessoas, simplesmente, perdem uma grande parte das informações disponíveis para confirmar os seus “achismos”.

Pessoas com bom senso são céticas em relação a informações que não fazem sentido.

O que fazer quando os meus julgamentos estão baseados em comparações:

1. Se não faz sentido para você, busque ouvir mais, ler mais até que você tenha uma opinião formada sobre o assunto.

2. Tome cuidado com seus próprios filtros e com a atitude defensiva ou agressiva que pode desencorajar argumentos alternativos.

3. Se você ficar entediado e impaciente ao ouvir, faça perguntas e analise as suas conclusões.

4. Procure lacunas ou discrepâncias no que está sendo dito ou escrito.

5. Pense cuidadosamente sobre a origem dos dados recebidos e os prováveis ​​interesses das pessoas que os fornecem.

6. Certifique-se de que os parâmetros fornecidos estão de acordo com os dados nos quais você confia e que esses dados estejam corretos;

Não saia por aí julgando e comparando fatos sem nenhuma comprovação. Esse comportamento se torna um vício e leva muitas pessoas a tomar decisões equivocadas que podem prejudicar a elas mesmas e, pior, a muitas outras pessoas também.

Quem faz julgamentos e comparações precipitados, geralmente, faz escolhas equivocadas e, cria limites, praticamente, insuperáveis, para a própria vida.

Se você se ideintificou com o artigo e acredita que está viciado em julgamentos e comparações, mais, que esses julgamentos e comparações estão se transformando em fatores limitantes para a realização dos seus objetivos, me chame no direct @rhamuche, eu posso te ajudar!

*DA REDAÇÃO RH. Texto de Robson Hamuche, idealizador do Resiliência Humana, terapeuta transpessoal e Constelador Familiar.

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Robson Hamuche é Terapeuta transpessoal com especialização em constelação familiar, compõe a equipe de terapeutas do Instituto Tadashi Kadomoto (ITK). É também idealizador e sócio-proprietário do Resiliência Humana, grupo de mídia dedicado ao desenvolvimento humano, que reúne informação de qualidade acerca de todo o universo do desenvolvimento pessoal, usando uma linguagem leve e acessível.