Pessoas que sempre pedem favores: A CHANTAGEM EMOCIONAL!

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Pessoas que sempre pedem favores: A CHANTAGEM EMOCIONAL!

“Eu faria isso por você, vamos, me faça este favor.” Esse tipo de frase é muito comum entre as pessoas que não hesitam em nos pedir coisas quase continuamente. São processos nos quais freqüentemente aparece chantagem emocional. Por que eles fazem isso?

“Vamos, não custa nada … você vai fazer isso por mim?”

Pessoas que sempre pedem favores nunca deixam de nos surpreender.

Eles têm mil recursos, centenas de desculpas e um milhão de elogios para nos fazer ceder, para conseguir o que querem de nós. Se você conhece ou é muito próximo de alguém que age dessa forma, você já se perguntou muitas vezes por que essa pessoa é assim.

Nós nos perguntamos basicamente por duas razões. A primeira é óbvia: pedir um favor nunca é fácil, pelo menos para a maioria das pessoas. Quando o fazemos, é porque não temos escolha e atingimos o limite. Por isso, ficamos desconcertados ao constatar que há muitos que não têm pressa em fazer exigências diretas ou indiretas ao seu estilo de vida.

Há também outro problema: esse tipo de situação acaba nos colocando na corda bamba.

Aquele em que os relacionamentos tremem e repensamos se eles estão tirando proveito de nosso bom trabalho de forma flagrante. Está suspensa em um cenário em que mais cedo ou mais tarde teremos que elevar limites, muros que nem sempre são bem-vindos.

O que define esse tipo de personalidade “paga” para demanda excessiva? Nós o analisamos.

Há quem peça favores porque precisa e quando o faz percebe na sua expressão a necessidade, a vulnerabilidade e até a sombra da timidez.

Como não é fácil pedir, o orgulho é posto de lado e as emoções são despojadas.

Agora, as pessoas que sempre pedem favores e que os têm acima de nós vêm com outra expressão.

Suas demandas são acompanhadas de sorrisos afetuosos, como o de uma criança de três anos pedindo um brinquedo.

Muitas vezes, os PhDs e os favores de contrabando fazem isso às pressas, porque algo de último minuto aconteceu e eles precisam disso de nós em breve.

Colocam-nos assim entre uma rocha e um lugar duro, tornando quase impossível que um “não” saia da nossa boca.

Esse padrão de comportamento já nos dá mais de um passo para entender o que está por trás dele.

A personalidade narcisista abunda em excesso em nossa vida diária. Existem muitas pessoas que, sem realmente se apresentarem como um transtorno narcisista da personalidade, apresentam traços e comportamentos que dificultam a convivência.

Assim, uma das características mais comuns é aquela em que você obtém dos outros o que deseja.

No entanto, eles fazem isso de forma sofisticada. Eles apelam para “eu te amo, tenho certeza que você vai fazer isso por mim ” ou o clássico “Eu faria isso por você.”

A chantagem emocional é o motor que move grande parte de suas demandas, aquelas nas quais podemos cair por um determinado tempo até que não possamos mais.

Quando o relacionamento é mais próximo: menos relutância em fazer demandas

Nosso companheiro, nossa mãe, nosso irmão ou melhor amigo … Às vezes, a proximidade faz com que a relutância e a contenção diminuam, a ponto de supor que faremos o que for preciso por eles. Por isso, pedir não é um problema para eles.

No entanto, devemos ser claros: nem o amor, nem o mesmo código genético obriga ninguém a se sujeitar ao que essa pessoa deseja de nós.

Existem limites e limites tornam todo relacionamento saudável. Não É porque amemos muito alguém, podemos dar tudo a cada momento.

Falta de empatia e egoísmo nas pessoas que sempre pedem favores

Há pessoas com falta de empatia, a quem não conseguem perceber que o favor que nos pedem não é bom cumprirmos.

São perfis que procuram apenas o seu bem, daqueles que apenas procuram suprir a sua necessidade imediata, o seu capricho momentâneo.

O egoísmo está presente em nossa sociedade e pode estar muito próximo de nós, principalmente nas pessoas que sempre pedem favores.

Quando não sei como resolver meus próprios problemas e dependo dos outros

Freqüentemente, podemos encontrar outro fator por trás desse comportamento que precisamos ter em mente. Existem aqueles que ainda não aprenderam a assumir a responsabilidade por suas próprias vidas.

Como sabemos, o que define a nossa maturidade, competência e resolução é podermos resolver sozinhos os desafios que se colocam no dia a dia; seja pequeno ou grande.

Existem pessoas que ainda não aprenderam a ser responsáveis ​​por si mesmas. Portanto, podemos ter o clássico amigo, colega de trabalho, vizinho ou até mesmo familiar que espera de nós a solução de qualquer problema para eles. Basta que façamos uma vez e eles dependem de nós para quase tudo.

Como tratar quem não para de nos pedir coisas?

Quem mais e quem viu menos em algum ponto desta situação.

Podemos, por exemplo, ter um colega de trabalho que se acostumou excessivamente a nos pedir isso e aquilo, para dar por certo mesmo que não nos custa nada cobrir suas costas, e não tem vergonha de fazer o pedido repetidas vezes e nos pedem para salvá-lo nessa última necessidade, sempre.

A primeira recomendação sobre esse assunto é que sempre façamos o que nossos corações mandam.

Temos que fazer o que nos faz bem, o que nos agrada, o que sentimos. Se chega um momento em que a gente começa a sentir a picada da preocupação, de “eles estão se aproveitando de mim” ou o que quer que me peça, não vai bem, temos que falar e temos que agir.

Pessoas que sempre pedem favores precisam de limites e quando falarmos em voz alta “não, o que você me perguntar eu não farei” será muito melhor. Assim, quando quem nos pede um favor é um familiar ou uma pessoa muito próxima, devemos falar com sinceridade.

É simplesmente uma questão de manter a integridade, de respeitar espaços de compreensão de que um relacionamento também precisa de reciprocidade. Amar é ser sincero em todos os momentos e se há algo que não queremos fazer, devemos dizê-lo e devemos ser respeitados por isso.

São situações complexas que devemos aprender a lidar o mais rápido possível para vivermos juntos e proteger nossa autoestima.

*Foto de Jonathan Borba no Unsplash

*DA REDAÇÃO RH. Com informações de La Mente es Maravillosa.

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