Uma pessoa com baixa autoestima têm atitudes destrutivas

Qual pode ser a motivação oculta por trás deste comportamento? O que falta em seu interior que precisa ser preenchido com essa atitude?

Um estudo realizado pela Universidade de Wake Forest demostrou que pessoas que, continuamente, fazem críticas destrutivas são, na realidade, mais infelizes e apresentam um maior risco de depressão.

Isto pôde ser demonstrado também em outro estudo recente: essa pesquisa revelou que as experiências de crítica destrutiva, rejeição e humilhação são processadas na mesma parte do cérebro responsável por regular a sensação de dor.

Se analisarmos bem a frase anterior, perceberemos então que, quem demonstra um comportamento destrutivo, geralmente, são pessoas que estão mais insatisfeitas com as próprias vidas.

Pessoas que precisam “rebaixar os outros para se elevar”, que não se alegram com o sucesso alheio, que preferem colocar defeitos a propor soluções, que são extremamente negativas ou vazias, geralmente, sofrem de baixa autoestima.


“Uma percepção positiva do resto das pessoas indica uma satisfação com nossa própria vida”.-Dustin Wood-

A baixa autoestima de quem faz críticas destrutivas

O que criticamos em outras pessoas diz mais sobre nós mesmos do que sobre os outros.

Quando falamos dos outros, na realidade projetamos aspectos nossos para fora; aqueles que criticam, nesse caso, projetam aspectos da sua personalidade ou conduta que não aceitam e não enxergam em si mesmos, mas sim em quem está diante deles.

Por isso, as pessoas saudáveis e com boa autoestima não fazem críticas continuamente, já que se mostram calmas em seu interior.

Elas se conhecem e sabem o que existe nelas que não gostam e por isso, trabalham o seu interior e não só o que está fora. Uma boa autoestima e uma relação saudável com si mesmo determina como nos relacionamos com os outros.

O que podemos fazer então?

Cada vez que vemos algo nos outros que nos irrita, magoa, incomoda, deveríamos identificar o motivo desse sentimento, por que nos afeta? Por que não conseguimos tolerar? Por que não gosto de estar perto desta pessoa? Pode ser que isso nos permita conhecer uma nova parte de nós que não conhecíamos antes.

“Cada um de nós só pode ver o que leva no coração. Aquele que não encontra nada bom nos lugares onde esteve, não poderá encontrar outra coisa nem aqui nem em nenhum outro lugar”.
-Parábola do Oásis-


O que eu falo, ajuda ou destrói?

Antes de criticar deveríamos nos perguntar: esse comentário vai ajudar em alguma coisa? Acrescentamos alguma informação, conselho ou algo válido para a outra pessoa?

Trata-se de algo construtivo ou destrutivo?

Se não vai adicionar nada, por que queremos diminuir os demais? Qual parte não toleramos desse comportamento em nossa conduta?

O que existe realmente por trás desta crítica?

E, finalmente, antes de criticar, seria perfeito usar empatia; antes de fazer um comentário subjetivo, o ideal seria pensar primeiro como o outro, pois são dois pontos diferentes e duas versões da história que podem mudar completamente.

Que razão o levou a agir assim? O que posso contribuir para que melhore? Em que medida meu comentário me afeta?

As críticas, quando nascem de uma pessoa internamente saudável, adicionam e fazem as coisas melhorarem. Mas quando elas surgem a partir da raiva, do rancor, da inveja ou da infelicidade, se transformam em algo negativo e, ao mesmo tempo, destrutivo.

Analise a si mesmo, a sua fala é contrutiva ou destrutiva? Envie para aqueles que precisam ler isso hoje.

*DA REDAÇÃO RH. Foto de Kevin Turcios no Unsplash

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