O tempo ensina, e eu aprendi que as vezes é preciso conquistar e perder tudo que você sempre desejou para entender o que é a verdadeira liberdade. E foi perdendo tudo, que me ganhei, me encontrei, e finalmente pude viver e florescer. Hoje não tenho vergonha de ser e viver com a alma livre. Aprendi que era necessário me permitir ser isso tudo, sentir tudo, e tanto.
Então, permita-se viver com intensidade sim. Porque a existência rasa é vazia e sem graça. Tenho essência de camaleoa, e não me desculpo mais por isso. Medo ? De quase nada. Na verdade eu diria, que meu único medo é de me decepcionar. Porque a minha felicidade importa e muito.
Por isso sigo me equilibrando nessa corda bamba que é a vida.
Mas se eu dissesse que não planejei para que tudo fosse exatamente como é, eu estaria mentindo. Porque eu nasci para viver essa vida, exatamente como ela é.
O desafio é fazer o melhor que eu puder, com o que eu tiver, não importa onde eu estiver. Eu não pertenço a ninguém. Mas sei me doar o suficiente para quem faz meus esforços valerem a pena, para quem soma, acrescenta e me transborda.
Eu nunca tive muito, mas sempre quis tudo. E apesar de todos os prós e contras, eu expiro gratidão por cada poro do meu corpo, porque tenho muitos defeitos para ser perfeita, mas sou muito abençoada para ser ingrata.
A vida vai passando e eu vou vivendo com uma chama que queima forte no olhar para cada experiência para cada nova emoção cada novo sentimento, os meus dias, os meu momentos, são crônicas de intensas emoções.
Liberdade para mim não é uma opção, é uma obsessão. Quem me conhece sabe, mas para aqueles que ainda perguntam quem eu sou, eu sorrio e respondo “uma loucura deslumbrante”.
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