Perdoe o passado e siga em frente! A Live que mudou a minha vida!

Iara Fonseca
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Perdoe o passado e siga em frente! A Live que mudou a minha vida e vem ajudando milhares de pessoas!

    Eu ainda não tinha aprendido a perdoar. Aprendi assistindo as lives do @resiliencia_humana que só poderia de fato perdoar o passado quando eu me colocasse no meu lugar.

A série de lives “Vencendo Seus Limites”, acontece geralmente, às 19h, no Instagram do Resiliência Humana, e vem ajudando milhares de pessoas a desatarem os “nós” do passado, a perdoar os outros e a se perdoar, através da Inteligência Sistêmica!

Quais são os limites que você vem tentando transpor há muitos anos, e que te impedem de seguir em frente? Que te impedem de assumir a direção da sua vida? Que te impedem de alcançar os seus objetivos, o sucesso e a felicidade que tanto você deseja? O que te prende ao passado?

Essas perguntas estão sendo feitas pelo Robson Hamuche, criador do RH, terapeuta transpessoal, e pelo Dr. Décio Fábio de Oliveira Junior, especialista em Constelações Familiares e idealizador do conceito de “Inteligência Sistêmica, no Instagram do Resiliência Humana, diariamente às 19h.

Os participantes são convidados a responderem um questionário com 3 simples perguntas que está disponível na bio do @inteligencia_sistemica, para que os mesmos, possam interagir com o público, e trazer à luz questões que, sozinhos, não estamos conseguindo resolver. Assim que respondemos o questionário GANHAMOS DE PRESENTE O E-BOOK – INTELIGÊNCIA SISTÊMICA.

Com as respostas em mãos, Hamuche e Dr. Décio conseguem elucidar alguns problemas que estamos vivenciando atualmente, com a ajuda da Inteligência Sistêmica.

O que é Inteligência Sistêmica e em quê ela pode nos ajudar?

De acordo com o Dr. Décio a Inteligência Sistêmica é uma adaptação do contexto das Constelações Familiares e de seus princípios em uma tecnologia imediatamente aplicável no âmbito pessoal e profissional.

O novo nome foi incorporado porque não se trata mais da Constelação Sistêmica, Familiar, Organizacional ou Educacional e sim de um conjunto de visões e ferramentas, um novo paradigma, que nos ensina de uma forma bem simples a desenvolver nossa Inteligência Social, ou seja, um novo conceito para a apreensão desses princípios, e para a aplicação dos mesmos dentro dos mais diversos e amplos contextos de nossa vida.

A nossa vida em solavancos

Com a necessidade do isolamento social, nos vimos obrigados a nos reinventar, cada um dentro de sua casa, e a maioria de nós está tendo dificuldades em lidar com as emoções que continuamente atrapalham o nosso poder de fazer boas escolhas e nos bloqueiam as ações.

Muitos se encontram perdidos, sem saber para onde ir, o que fazer, sem conseguir vencer os limites que se apresentam e com muito medo do que virá a acontecer no futuro.

Além do medo, a ansiedade, a angústia, e as incertezas fervilham nas almas de todos nós. Em alguns mais, em outros menos, mas certamente, cada um de nós está vivendo desafios individuais e intransferíveis que estão se manifestando fortemente nos últimos dias.

Ficar em casa para alguns está sendo bom, estão aproveitando o tempo com os filhos, com aqueles com quem dividem o mesmo teto, ou, se estão sozinhos, estão construindo uma relação mais amorosa com eles mesmos. Mas para a maioria esmagadora, as coisas não estão acontecendo assim tão pacificamente.

Muitas pessoas se viram obrigadas a conviverem com parentes que evitavam há muitos anos, com a desculpa da “correria”. E essa convivência forçada não está sendo nada fácil, pois os constantes conflitos familiares estão sendo desgastantes demais, e adoecendo mais famílias no mundo do que o próprio coronavírus. Ao invés de perdoarem a si e aos outros, muitos estão contraindo “novas dívidas” em seus relacionamentos, desenterrando o passado, sem saber o que fazer com ele.

Pensando nessa triste situação em que se encontram muitas famílias, e também por ter tido que se reinventar nesse período, visto que os atendimentos e vivencias que realizava, em sua totalidade, eram desenvolvidos presencialmente, Robson Hamuche, teve a ideia de convidar o Dr. Décio que foi e é um dos seus “mestres”, e um dos maiores especialistas em Constelação Sistêmica do Brasil, para o acompanhar em uma série de lives.

Dr. Décio teve a oportunidade de desenvolver projetos em conjunto com o criador das Constelações Familiares Bert Hellinger, e inspirado em seus conhecimentos e em muitos outros também, fundou junto com a sua esposa Wilma C.G. Oliveira o IDESV – Instituto de Desenvolvimento Sistêmico, e o conceito de “Inteligência Sistêmica”.

Mais de mil pessoas assistem as lives todos os dias e estão aprendendo a vencer os seus limites

As lives começaram despretensiosamente, e já possuem um público fiel de mais de mil pessoas todos os dias, que estão participando ativamente, e também mais de mil questionários já foram respondidos.

Como as lives podem ajudar você a vencer os seus limites?

Muitos de nós, inconsciente ou conscientemente culpamos nossos pais pelos problemas que enfrentamos em nossa vida. Essa constante queixa que reflete a nossa dificuldade em perdoar o passado, nos levou a desenvolver crenças que nos limitam nas ações que precisamos realizar hoje, mas geralmente, não acreditamos que esse seja o motivo real para todas as questões que nos afligem.

Seguimos nossas vidas, invigilantes e queixosos, culpando a sorte, a crise, os outros, o chefe, mas raramente paramos para observar e reconhecer a nossa responsabilidade em tudo o que nos acontece.

Ignoramos o poder que a história da nossa família tem em na formação do que somos, e menosprezamos a força e a experiência dos nossos antepassados e a influência que exercem em nosso íntimo nas ações que realizamos e que permeiam as nossas vidas. Temos dificuldades em acreditar que o medo, a angústia e o estado de sofrimento em que nos encontramos hoje possuem conexões com o sistema familiar em que estamos inseridos.

Ignorantes, vivemos negando os fatores emocionais que nos ligam aos nossos parentes próximos e também distantes. Insistimos em inverter papéis, e com isso, deixamos de assumir “o nosso lugar” dentro da nossa família.

As lives vem ensinando milhares de pessoas a importância de se colocar no seu lugar. E fazer o melhor que puder dentro do lugar que ocupa. Se for filho, ser o melhor filho que puder, se for pai, ser o melhor pai que puder, se for chefe, ser o melhor chefe que puder, e assim por diante.

Durante as lives, Dr. Décio e Hamuche frisam a hierarquia que existe no sistema, e que deve ser respeitada por nós, caso contrário, não nos libertaremos dos sofrimentos que são ocasionados, justamente, por essa dificuldade de entendermos qual é o nosso lugar dentro desse emaranhado familiar.

Essa inversão de papeis dificulta também o exercício do perdão, e eles nos ensinam como perdoar os outros e nos perdoar de tudo que já foi, já é passado!

A família

Dr Décio e Hamuche nos ensinam que a família é o ninho de amor de onde recebemos a maior graça que existe: A VIDA!

E muitos participantes, inconformados, questionaram:

“Mas a única coisa que não existe e nunca existiu na minha família foi amor”, disseram uns.

Outros relataram que foram abandonados ou que os pais morreram: “Eu não tenho pais, o que devo fazer?”.

Outros disseram que foram adotados e que não conhecem o pai ou a mãe, ou ambos, muitos citaram que existe ódio nas relações familiares, e que nesse contexto fica impossível agradecer aos pais, a dádiva da vida.

Muitos afirmaram que não pediram para nascer e que a vontade que sentem é de desistir da vida.

Dr. Décio respondeu que “impossível” é vocês, ou ele, terem nascido sem um pai ou uma mãe. E brincou:

“Vou contar um segredo, se vocês não sabem, vocês são o resultado de um ato sexual entre os seus pais”, brincou.

E continuou: “Se você não os conhece, ou se eles morreram, não quer dizer que eles não são seus pais, só quer dizer isso mesmo, que você não os conhece, ou que eles não se encontram mais entre nós, mas é certo que eles sempre estarão vivos dentro de vocês. Por estarem vivos, continuam exercendo um forte poder sobre vocês, diante das emoções mais íntimas que vocês alimentam e diante dos limites que vocês não conseguem superar”, explicou.

Como superar os problemas familiares?

De acordo com os conhecimentos do Dr. Décio e do Hamuche, existem algumas práticas que devem ser realizadas e que podem nos levar a vencer os limites que nos aprisionam.

A primeira e primordial é a GRATIDÃO.

Devemos aprender a agradecer aos pais, simplesmente por terem nos dado a VIDA.

Pessoas que perderam a vontade de viver, são pessoas que perderam o sentido da vida, que não encontram um propósito maior para viver, geralmente, porque não são gratas à dádiva concedida a eles, por não conseguirem sentir que a vida é uma dádiva. Por conta disso, dessa falta de gratidão pela vida, não sabem o que fazer com esse “presente”, que lhes foi dado por seus pais.

Conforme o Dr. Décio explicou em uma das lives, esse estado de consciência advêm de traumas não superados. Essas pessoas acabam não conseguindo obter satisfação em nada que fazem pois não conseguem acessar uma lembrança positiva em seu passado familiar, ou um momento que se sentiram verdadeiramente feliz e satisfeito.

Dr. Décio deu um exemplo significativo em uma das lives onde ele perguntou:

“Depois que um bebe acaba de mamar, e o colocamos no berço, qual é a sensação que os seus olhos nos passam?

E logo respondeu: SATISFAÇÃO!”.

Mas, continuou ele, algumas pessoas não se identificarão com esse exemplo pois suas mães não os amamentaram, e elas desconhecem essa sensação de satisfação plena e inocente.

Ele explicou que mesmo os que tiveram o privilégio de se sentirem satisfeitos após uma mamada, se em seguida, ou anos depois, vivenciaram algum trauma, simplesmente, não conseguem se conectar a esse instante mágico, pois se tentam, param no momento do trauma e lá ficam.

Segundo ele, essa falta de coragem de atravessar o trauma em direção ao momento de satisfação é que mantém as pessoas no estado de eterno descontentamento. Elas simplesmente não conseguem alimentar a gratidão.

Julgamentos que nos aprisionam e nos limitam

As cobranças e críticas que fazemos são inúmeras, os julgamentos são extremamente duros e intransigentes, criamos, no decorrer da vida, dessabores e desavenças que demonstram a nossa ingratidão “justificada”.

Digo “justificada” porque nós justificamos nossas queixas fundamentadas nas ações de nossos pais que avaliamos serem erradas, ou terem sido erradas, e nos vitimizamos.

Nesse movimento de vitimização acabamos exercendo um julgamento cruel e nos coloca em uma posição superior ao alvo de nossas críticas. Nos vemos como maiores e melhores do que eles. Isso também acontece, como explicou o Dr. na relação entre irmãos mais velhos e mais novos.

Para superar esses conflitos familiares é importante que além de sermos gratos pelos nossos pais terem nos dado a vida, independente do que eles fizeram depois disso, se nos abandonaram, se nos violentaram, ou qualquer coisa aparentemente ” horrível e imperdoável” que possam ter feito, é preciso que os enxerguemos como “grandes”, e nos coloquemos em nosso lugar de “pequenos”.

O Dr. alerta que não se trata de se colocar como “menores” mas como “pequenos” diante deles, ou seja, não se trata de se submeter, de ser submisso, ou de se inferiorizar diante deles, se trata de aprender a ser filho e não tentar ser o pai ou a mãe de seu pai ou mãe, por mais dificuldades que eles tenham em cumprir esse papel.

Parece difícil, a princípio, compreender, e eu poderia ficar horas aqui escrevendo sobre tudo que já foi ensinado nas lives, mas eu quero que vocês mesmos tirem a prova das informações que estou passando aqui, e vão até lá, hoje às 19h, para entenderem melhor tudo isso que eu expus aqui.

Antes, peço para que entrem no @inteligencia_sistemica para preencher o formulário que está na bio, assim, eles poderão responder as suas perguntas mais íntimas durante o decorrer da live. E eles respondem mesmo!

UM DEPOIMENTO MEU: VENCENDO OS MEUS LIMITES

Diante da minha arrogância que há anos tentava disfarçar, eu vinha, inconscientemente, e as vezes racionalmente, culpando os meus pais por tudo. Depois que os meus filhos vieram, pensei que já havia superado minhas queixas, e perdoado o que devia ser perdoado. Mas a minha vida continuava meio truncada, os altos e baixos me confundiam, e a procrastinação (atitude autossabotadora) me acompanhava dia após dia.

Quando comecei a assistir as lives, a primeira fala do Dr. Décio que me chamou à razão foi:

Os pais são os culpados que não tem culpa”.

Ao explicar a frase ele disse mais ou menos assim: Quando olhamos para os nossos pais como pessoas dotadas de qualidades e defeitos e que fizeram o que puderam de acordo com o nível de conhecimento que possuíam no momento, que também foram o resultado da criação que tiveram e das experiências que passaram, acabamos por perceber que se eles erraram, erraram tentando acertar, ou fizeram o que podiam, cada um, dentro da sua capacidade e da limitação que possuíam.

Ele não disse exatamente assim, mas foi como eu entendi, com minhas “limitações”, foi como consegui transcrever, peço para o Dr. Décio me perdoar se não fui fiel a sua fala.

Mas o que eu entendi descortinou meus olhos para o fato de que eu não estava, até hoje, me colocando no meu lugar de filha, e nem fazendo o meu melhor nesse papel, porque eu queria sempre assumir o papel de pai e mãe dos meus pais, e de maneira petulante, me colocava em uma posição superior a eles. Ou seja, de acordo com a Inteligência Sistêmica eu estava infringindo limites claros e impondo limites em minha vida e na deles.

Por estar me colocando em um lugar que não me pertencia, eu acreditava que já havia perdoado, mas na verdade, eu não tinha aprendido a perdoar. Só poderia de fato perdoar o passado quando eu me colocasse no meu lugar de filha.

Quando cai em mim, chorei, chorei por tantos anos que vivi na ignorância, e entendi os motivos que me impediam de alcançar os meus objetivos, e um deles era a minha incapacidade de “honrar pai e mãe”.

PERDOAR O PASSADO É RESSIGNIFICAR E SEGUIR EM FRENTE

Claro que tenho muito mais a dizer sobre tudo isso, mas… Se você leu até aqui é porque as minhas palavras fizeram algum sentido para você, e também porque você confia nas minhas indicações, né?

Gratidão Robson Hamuche e Dr. Décio Fábio de Oliveira Junior por compartilharem conhecimentos tão ricos que nos ajudam a transformar a nossa postura diante da vida e do nosso sistema familiar. Ter gratidão, se colocar em seu lugar e perdoar o passado é o caminho para vencer tudo aquilo que nos limita!

Não percam a live de hoje, às 19h no @resiliencia_humana! E comecem a vencer os seus limites! Eu, já estou vencendo os meus! E não esqueçam de responder o questionário, e pegar o seu presente, um e-book sobre Inteligência Sistêmica. O conhecimento te libertará!

O passado tem que ser aceito, perdoado e abandonado! O apego ao passado só nos adoece a alma! Devemos nos desapegar, agradecer as experiências e seguir em frente, só assim, conseguiremos viver o presente sem as limitações do passado!

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Iara Fonseca
Jornalista, poeta, educadora social, fundadora e editora de conteúdo do Rede de Ideias: PRODUÇÃO DE CONTEÚDO. Seu interior é intenso, sempre foi, transforma suas angustias em textos que ajudam muito mais a ela própria do que a quem lê. As vezes se pega relendo seus textos para tentar colocar em prática aquilo que, ela mesma, sabe que é difícil. Acredita que viemos aqui para aprender a ser, a cada dia, um pouco melhor, para si mesmo, e para o outro!