O nosso erro é só falar sobre o que nos magoou, na hora da raiva.

Você já parou para pensar como, muitas vezes, escolhemos o momento errado para conversarmos com o nosso cônjuge?

Claro que escolher o que falar e como dizer as coisas é extremamente importante, porém o momento que vamos escolher é importante também.

Infelizmente, muitas vezes, falamos de alguma coisa que nos magoou ou que nos deixou chateados no momento mais errado – na hora da raiva!

Muitas vezes, simplesmente “vomitamos” um monte de palavras, sem pensar nelas antes de dizer. Deixamos a raiva decidir o que vamos falar.

Agimos baseados em sentimentos negativos, e a raiva, faz com que percamos o nosso foco. E eu posso te garantir que quando fazemos isso a comunicação será completamente ineficiente e acabará gerando outros problemas, chateações e mágoas.

Temos que aprender a silenciar. Temos que aprender a falar com Deus durante o silêncio.

Pergunte para Deus qual seria o melhor momento para conversar com o (a) seu (sua) parceiro (a) e espere esse momento chegar.

Aprenda a controlar as suas emoções e a agir racionalmente.

Provérbios 15:1 nos diz que “a resposta calma desvia a fúria, mas a palavra ríspida desperta a ira”. Ira gera ira, mágoa gera mágoa, gritos gera mais gritos.

Conversar de “cabeça quente” não resolve nada e acaba danificando o relacionamento ainda mais.

Eclesiastes 3:7 diz que há “tempo de rasgar e tempo de costurar, tempo de calar e tempo de falar”.

Temos que aprender a no calar quando for a hora de calar. E se você ainda não sabe como fazer isso, eu sugiro que comece a orar e a pedir o auxílio e orientação de Deus.

Algumas vezes, simplesmente pelo fato de você conversar com Deus sobre o problema ja é o suficiente para acalmar o seu coração e você talvez não precise nem mais conversar sobre aquele problema tão pequeno, que antes parecia enorme.

Não estou aqui sugerindo para você sempre se calar e ”engolir” o problema. Apenas espere, ore e reavalie a situação.

Espere a “poeira” baixar, ore e coverse com Deus sobre a situação e reavalie se uma conversa será necessária para resolver o problema ou se simplesmente você irá oferecer perdão a quem te magoou.

Lembre-se o que 1 Pedor 4:8 diz: “sobretudo, amem-se sinceramente uns aos outros, porque o amor perdoa muitíssimos pecados”.

Mas a raiva, nada perdoa, julga, culpa e fica remoendo o sofrimento como se ele jamais pudesse acabar. E é aí que, ele aumenta, e nada se resolve.

*DA REDAÇÃO RH. Foto de Munga Thigani no Unsplash.

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Mora na Inglaterra, pós-graduada em Fisiologia Humana, adora música e atividade física. Faz de tudo para ter uma dieta saudável, mas não dispensa um delicioso brigadeiro. Ama cachorros, um dia ensolarado e um bom filme. Gosta de cuidar das plantas e cozinhar. Ama sua família e sempre está disposta a ouvir e ajudar as pessoas."Me encanto com o amor de Deus e vibro com cada experiência vivida ao lado de Cristo." - Danielle Luppi Colombari