O mal do século: A ansiedade que te faz desperdiçar o presente, temendo o futuro!

Fabiano de Abreu
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O mal do século: A ansiedade que te faz desperdiçar o presente, temendo o futuro!

Podemos definir a ansiedade como uma pendência, ou mais claramente falando, uma fuga da realidade, do presente, do agora, de tudo que de fato é verdadeiro.

É uma necessidade de ter que resolver algo e esse desejo de ter que resolver algo faz parte do instinto de sobrevivência, mas o que não fica claro é que “algo” é esse que precisa ser resolvido. Dessa indefinição nasce um sentimento de impotência, que invalida a ação no presente. Aí começam os problemas mais graves.

Essa necessidade vem da região mais primitiva do cérebro, aquela em que são armazenados os traumas, a negatividade, os medos a consciência dessa fuga. Isso é necessário para que possamos “nos salvar”, afinal, era na ansiedade que buscávamos a pulsão necessária para fugir do perigo desde os primórdios.

A ansiedade é um recurso interno que busca memórias de medo para que você possa se defender ou buscar uma solução rápida.

Podemos dizer que essa é a razão dessa memória do medo permanecer em nós.

Estamos muito ansiosos hoje em dia porque temos tantas pendências, e ainda criamos, diariamente, mais tantas!

Essas pendencias são frutos das situações já vivenciadas, e que não foram resolvidas por nós. Muitos conflitos emocionais que negligenciamos ao longo do tempo, e que acreditávamos já termos superado, acabam ressurgindo de tempos em tempos para nos mostrar que não estamos no controle, que só dizer que já superou não é o suficiente, e de fato, por não darmos a devida atenção a essas questões, a gente não só deixa de viver o presente, como a gente teme o futuro por não conseguir cumprir todas essas demandas.

Por temer não conseguir cumprir essas pendências todas e também por carregar esse desejo de ter que solucionar tudo o que nos cerca, o cérebro resgata as memórias negativas, e elas te colocam numa atmosfera pesada, fazendo com que você sinta mais medo ainda.

Caso você não busque ajuda para olhar para o presente com mais confiança, esse medo crescerá e se tornará incapacitante a ponto de, todas as vezes que você pensar no que poderá acontecer no futuro, um estado de pânico te domina, e você não consegue controlar mais nada, nem a si mesmo.

Não são os pensamentos positivos inventados, forçados, ou palestras motivacionais que trarão a solução para este mal, até porque a ansiedade não é um mal e sim uma reação natural, sem ela, não viveríamos.

Cabe a nós sabermos usar a nossa ansiedade e não criar meios para potencializá-la a ponto de causar uma disfunção neuronal e virar uma doença ou algo que nos impeça de ser feliz.

Procure um profissional de saúde mental para aprender a lidar com a ansiedade, ela é positiva quando aprendemos a lançar mão dela.

Mas quando não sabemos usá-la a nosso favor, ela nos domina, e nós perdemos a noção de tempo e espaço, e tememos coisas que simplesmente não tem nenhuma razão lógica para temer.

Busque ajuda se esse é o seu caso! Tome a sua vida em suas mãos, e não se deixe a deriva… Ande com passos firmes em direção de uma vida saudável e feliz. Não passe mais tempo sofrendo calado e sozinho.

A sua vida poderá ser muito feliz se você entender a importância de aprender a lidar com as suas emoções e com os seus recursos internos.

Você precisa aprender a se perguntar todas as vezes que sentir medo:

Isso está acontecendo agora?

Respirar profundamente até se acalmar com a resposta… NÃO! ISSO JÁ ACONTECEU, E NÃO VOLTARÁ A ACONTECER!

É simplesmente, LIBERTADOR!

Tente! E como já foi dito, se não conseguir sozinho, procure ajuda profissional.

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Fabiano de Abreu
Fabiano de Abreu Rodrigues é psicanalista clínico, jornalista, empresário, escritor, filósofo, poeta e personal branding luso-brasileiro. Proprietário da agência de comunicação e mídia social MF Press Global, é também um correspondente e colaborador de várias revistas, sites de notícias e jornais de grande repercussão nacional e internacional. Atualmente detém o prêmio do jornalista que mais criou personagens na história da imprensa brasileira e internacional, reconhecido por grandes nomes do jornalismo em diversos países. Como filósofo criou um novo conceito que chamou de poemas-filosóficos para escolas do governo de Minas Gerais no Brasil. Lançou o livro ‘Viver Pode Não Ser Tão Ruim’ no Brasil, Angola, Espanha e Portugal.