“O amor, é a força mais sutil do mundo”. Mahatma Gandhi.

Daniele Abrantes
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“O amor, é a força mais sutil do mundo”, como ensinou Mahatma Gandhi, pois ele não avisa que é Amor. Ele chega de mansinho, como quem não quer nada, e logo, deixa tudo de pernas pro ar, uma bagunça gostosa de arrumar.

Quando alguém quer ficar, nenhuma dúvida supera a vontade.

Há encontros que tornam todos os outros irrelevantes.

Não é sobre quem veio na frente e quem veio atrás.

É sobre quem veio se alinhar. É sobre quem te acolhe, com uma mensagem de celular. É sobre quem você tem vontade de falar às 4 hs da tarde, quando está ocupado, e não às 2 da manhã, quando está sozinho.

É sobre quem o olho bate pela primeira vez no encontro, frente a frente na mesa do bar. E, lá no fundo, você sente o estômago começar a embrulhar, a garganta secar, as mãos ,suar, e as borboletas, que antes estavam em repouso, um novo bater de asas começam a ensaiar.

É aquele olho no olho em silêncio, decorando todos os traços do rosto ,para que, quando aquele encontro acabar, o cérebro reexiba na mente ,tal loop, o momento que fez tudo ,tudo mudar.

Os olhos, não mentem. E o que o peito, sente, só sabe que sente, não precisa de palavras para se pronunciar. Mesmo que seja por um segundo você sente que sim, esse alguém veio para ficar.

É sobre quem você escolhe desvendar seus segredos mais íntimos, mesmo que bem devagar. Pode ser uma foto, um post, um emoji, tudo vale quando a gente quer se entregar. Mas, para se entregar de verdade, é preciso ter coragem.

Coragem de demonstrar.

A atitude, é a nossa armadura, para a gente lutar, com força e vontade, por quem a gente quer que esteja lá.

Não é brincando de desinteresse, que alguém irá a ti se entregar. O desinteresse não conjuga o verbo Amar. Porque, pra Amar, e preciso se doar.

Amor, é entrega. É reciprocidade. É ressignificar. Não há garantia de que não vai afundar ou, boiar. Só se sabe, quando se lança. É como a prancha, sedenta pelo mar. Like, não é interesse.

Ver stories, não é afeto. Isto, qualquer desconhecido faz. Números, são só números. Pare de mandar mensagens, e você verá quantas plantas mortas você tem regado.

Interesse, é puxar assuntos mais profundos, saber se o outro ,está a respirar. Interesse, é cuidado, disfarçado de mensagem ou piada boba.

Só pra dizer que está lá. Mas ainda é pouco. É preciso consistência, Querer saber mais do outro. Não é sumir por dias e não ter nada de relevante pra falar quando retornar.

Não é para dar espaço pro outro pensar que você não o quer mais lá.

Sumir, não faz ninguém se apaixonar. Só dá brecha pra outro vir ocupar o que deveria ser o seu lugar pra sentar.

Não é sobre quem você dividiu uma parte da tua vida por um período e depois, te deixou pra trás.

É sobre quem chega, e sem fazer perguntas, senta ao seu lado e, mesmo na distância, mesmo no silêncio, você sabe que estará lá, quando você chamar.

Mesmo que fiquem sem se falar por um tempo, quando retorna, parece que nunca saíram do lugar. Aquele lugar que tinha sido reservado,pro amor descansar.

*DA REDAÇÃO RH.

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Daniele Abrantes
Sou jornalista de espírito vintage, que ama compor músicas ,pintar, e escrever sobre assuntos voltados à compreensão das relações humanas e da profundidade da alma. Acredito que as duas maiores forças que possuem o poder de mudar o nosso dia a dia são o Amor e a Empatia. Grata por compartilhar com vocês esta jornada.