Ninguém chega ao topo superando os demais! Mas sim, superando a si mesmo!

Quantas vezes você já se viu paralisado, se sentiu sem forças e sem capacidade de seguir em frente? E, quando se deu conta, percebeu que estava se comparando com pessoas que já conquistaram a posição que você sonha alcançar?

Geralmente, quem se encontra nesse estado de paralisia está tentando superar pessoas enquanto deveria estar trabalhando a si mesmo para superar as próprias limitações, vencer os medos e os bloqueios que o impede de chegar onde quer chegar.

Isso acontece muito, mais do que gostaríamos que acontecesse. Basta parar para observar os nossos fracassos.

Em praticamente tudo o que fracassamos estávavamos nos comparando com alguém ou seguindo os passos dos outros, pois acreditávamos que, os passos deles, seriam mais eficientes do que os nossos.

Sim. Existem pessoas que estão muito melhores do que nós, mas elas só chegaram onde estão porque pararam de se comparar com os outros e decidiriam superar a si mesmos, todos os dias.

Muitas vezes, perdemos tempo precioso da nossa vida, ouvindo as ladainhas de quem já chegou no topo, mas foi vencido por dois inimigos podeorosos: a vaidade e a arrogância.

Eles se vestem de cordeiro, mas são lobos disfarçados que querem apenas o nosso dinheiro e desejam, com todas as forças, que nós os siguemos cegamente pelo resto dos nossos dias.

Outras vezes, queremos contar vantagem quando nem terminamos a primeira série do ensino fundamental.

Outras tantas, deixamos o ego controlar nossas ações e nos tornamos imediatistas, queremos tudo para agora e não temos paciência para aproveitar o processo, muito menos, para fazer o que precisa ser feito.

Quando estamos no começo do caminho é importante ter um mestre como exemplo, mas é só para isso que o mestre serve, para nos servir de inspiração.

Quando esse modelo se torna um comandante que sugere que façamos coisas absurdas apenas para provar que confiamos nele, devemos ligar o sinal de alerta e perceber que há em seu conteúdo um teor subliminar de manipulação.

Para perceber isso, precisamos estar atentos e focados no presente, caso contrário, continuaremos tentando nos igualar a um modelo pré-estabelecido e, infelizmente, não chegaremos a um objetivo que seja nosso, mas sim, reproduziremos algo que “parece” um propósito, mas que na verdade, é uma prisão do ego.

Para nos libertar, se faz necessário uma compreensão mais profunda a respeito das nossas reais necessidades e do que verdadeiramente desejamos contruir.

Isso só acontece quando nós paramos de nos pautar nos modelos alheios e começamos a buscar dentro de nós as respostas que tanto perguntamos aos outros.

Depois de muitas tentativas e erros, aprendendo com todos aqueles que passaram e, com todos aqueles que ficaram, podemos reunir bagagens suficientes para seguir nosso caminho sozinhos. Porém, só consegue caminhar com as próprias pernas aqueles que param de seguir receitas prontas e começam a produzir seus próprios alimentos.

Nessa culinária da vida, existem os chefes de cozinha e os assistentes. Você precisa decidir quem você quer ser.

Não há problema em se sentir bem sendo o assistente, isso se você realmente se sentir bem assim. Mas se o seu desejo é ser um chefe, dificilmente você vai conseguir chegar em um outro nível se continuar copiando as receitas dos outros, só porque elas já são um sucesso.

A sua receita também alcançará o sucesso do público, mas antes que isso venha acontecer de fato, você terá que superar a sua necessidade de superar os outros chefes.

A competição precisa ser entre você e você mesmo. Porque aquele que já se tornou um chefe, só conseguiu se tornar um chefe porque ele venceu os seus próprios inimigos internos e, caso ele não tenha superado a si mesmo, passado um tempo, ele cai. E cai feio. E é justamente isso que você precisa aprender hoje.

Supere a si mesmo e você conseguirá alcançar o topo. Tente superar os outros e toda colina que você subir, por mais alto que você consiga chegar, você cairá.

Quanto mais alto você subir, a queda será ainda mais dolorosa. Você acabará sendo publicamente desmascarado.

Não é um problema cair, o problema é cair e não conseguir levantar por conta do peso da bagagem de comparações que você continua carregando.

Verifique sua bagagem e perceba se lá dentro não tem um monte de comparações e muitas exigências. São esses pesos que você precisa deixar para trás para conseguir seguir em frente e conquistar o seu lugar no mundo.

Quando você nada, nada e morre na praia, geralmente, você está tentando superar os outros e querendo assumir um lugar que não é para ser seu!

Deseje conquistar o seu lugar e apenas use o exemplo dos outros como inspiração. Não queira o lugar que o outro conquistou. Existe um lugar certo para cada um de nós, encontre o seu!

Mesmo que você vença o outro, você terá perdido. Porque não é sobre os outros, é sobre você.

Superando os desafios você cresce, mas superando a si mesmo você se torna um gigante!

Entenda: Para chegar no topo você só precisa vencer os seus medos, as suas inseguranças, os seus traumas, as suas autossabotagens e, principalmente, as suas críticas, julgamentos e exigências.

Acolha as suas vulnerabilidades e vá superando uma a uma, com amor. Não tenha pressa! O processo pede paciência e tempo. Sem paciência você só atropelará as coisas pelo caminho e, inevitávelmente, também será atropelado por elas.

Se você sente no seu coração que precisa de ajuda para encontrar o seu lugar, me chame no direct @rhamuche e escreva: EU QUERO ASSUMIR O MEU LUGAR E SUPERAR A MIM MESMO!

*DA REDAÇÃO RH. Texto de Robson Hamuche, idealizador do Resiliência Humana, terapeuta transpessoal e Constelador Familiar.

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Robson Hamuche é Terapeuta transpessoal com especialização em constelação familiar, compõe a equipe de terapeutas do Instituto Tadashi Kadomoto (ITK). É também idealizador e sócio-proprietário do Resiliência Humana, grupo de mídia dedicado ao desenvolvimento humano, que reúne informação de qualidade acerca de todo o universo do desenvolvimento pessoal, usando uma linguagem leve e acessível.