Por Pe Fábio de Melo
Toda vez que ousamos dizer o que sentimos nós aceitamos o risco de que o sagrado do sentimento seja banalizado.
Vez em quando convém o silêncio, a convivência solitária que nos ajuda a desvendar o enigma que nos habita.
Nem tudo o que sentimos é verdadeiro. O ódio, por exemplo, pode ser um amor disfarçado.
O sentimento que nos parece tão convincente pode ser um impulso provocado pelas forças do instante. Somos vulneráveis às invasões de olhares, palavras, situações. E tudo isso passeia pelas nossas veias, viaja em nós.
E por isso necessitamos da introspecção silenciosa. Só ela é capaz de desconstruir os equívocos que alimentamos, e expulsar o que não nos pertence.
Não tenha pressa em publicar suas alegrias ou tristezas. Conviva com elas antes de colocá-las nas janelas da vida. Nem tudo a palavra sabe dizer. E ainda que saiba, nem tudo precisa ser dito
À primeira vista, é só uma árvore comum, com galhos secos e uma copa ampla.…
Uma professora primária do sul da Inglaterra decidiu desabafar ao jornal britânico Daily Mail sobre…
Tem rostos que atravessam gerações sem perder o brilho. Esse é um deles: uma atriz…
Existem carreiras que atravessam décadas sem perder o brilho, e existem atrizes que encaram o…
Trancar a porta e deixar a chave encaixada do lado de dentro pode parecer só…
Nos anos 80, era impossível não reconhecer aquele rosto. Poucos anos depois, o mesmo ator…