Nem todo mundo tem o sonho de viver um grande amor. Tem gente que vive muito bem sozinho.

Idelma da Costa
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Nem todo mundo tem o sonho de viver um grande amor. Tem gente que vive muito bem sozinho e tem aqueles que vivem rodeados de muitas pessoas e mesmo assim sentem uma solidão à flor da pele.

Vai entender!

A solidão acompanhada é a pior solidão que existe. E para quê tentar insistir em uma relação tóxica ou morna regada a desprezo que o faz sentir sempre sozinho?

É compreensível que nem sempre é fácil tomar uma atitude para romper laços de uma pseudo família de faxada.

Leva-se tempo para tomar coragem para se libertar de belas fotos de uma família “bem constituída”, perante os olhos da sociedade que sempre cobra um determinado estereótipo.

O preço a pagar para quem está dentro desse tipo de relacionamento de faz de conta é alto demais e se paga com o sofrimento causado pela sensação de sempre estar sozinho.

Ninguém melhor para compreendê-la do que quem passa por essa situação angustiante que chega a adoecer dia após dia.

São vários os tipos de cárceres que se apresentam no decorrer da vida a dois: dependência econômica, carência, medo, insegurança, incompatibilidade de gênios, filhos, os diferentes modos de agir e pensar, comodismo, que parecem não ter fim, até o momento de se tornar insuportável, após todas as tentativas possíveis de tentar fazer dar certo, não tendo outro jeito a não ser o pedido de divórcio por uma das partes ou por ambos.

Fala-se muito de relacionamento entre casais, mas todos nós sabemos da complexidade das relações interpessoais e essa solidão pode ser sentida nas relações interpessoais empregatícias, bem como entre membros da família, tais como filhos e pais, noras/genros e seus sogros, entre cunhados, concunhados, sobrinhos, tios….

Leva-se tempo para os devidos ajustes e as vezes é necessário um suporte psicológico de profissionais especialistas no assunto e mesmo assim corre-se o risco de não seguir adiante com a harmonia desejada, restando apenas uma postura de afastamento e ruptura como melhor solução.

Seguir em frente, faz parte da vida e mesmo que demore meses ou anos para se libertar, não importa.

Ao final tudo dará certo e a tempestade enfrentada será transformada num lindo arco-íris com cores fortes e vibrantes.

O preto e branco sem sentido ficará para trás e a vida se apresentará sob outro ângulo, dando-lhes a oportunidade de vivê-la de forma leve, pois o que importa mesmo é ser feliz.

A felicidade só será encontrada após reencontrar o amor-próprio perdido.

Que neste momento de reflexão causado pelo isolamento social da pandemia do Coronavírus, todos possam se conhecer um pouco melhor para descobrir o que querem para suas vidas e a partir daí montar um plano de ação para eliminar tudo que prejudica e que faz sentir mal.

Pode levar o tempo que for preciso, o importante mesmo é deixar o comodismo de lado e ir ao encontro de quem acrescenta e atrás de tudo que faz bem.

E assim viver uma vida plena, que fará sentir gratidão.

Gratidão e plenitude dependerão de cada um em fazer valer a pena a vida, através de boas escolhas e acima de tudo coragem para agir no tempo certo.

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Idelma da Costa
Idelma da Costa, Bacharel em Direito, Pós Graduada em Direito Processual, Gerente Judicial (TJMG), escritora dos livros Apagão, o passo para a superação e O mundo não gira, capota. Tem sido classificada em concursos literários a nível nacional e internacional com suas poesias e contos. Participou como autora convidada do FliAraxá 2018 e 2019 e da Flid 2018.