Leia ouvindo: Michael Calfan – Treasured Soul
“Livrai-me de gente normal, amém.”
Não sou a melhor pessoa para falar de sanidade porque a loucura faz parte de mim. E não é aquela loucura inconsequente, é aquela loucura boa de entrega sabe? De encher uma garrafa de vida e tomar até o último gole. Não é um copo ou uma taça, é a garrafa inteira.
A vida é agora, ninguém sabe até quando o amanhã vai existir. E isso é a única verdade que podemos saborear de fato. Comprar a ideia de viver loucamente cada dia, celebrando, vibrando, aproveitando, custa caro. É aquele tipo de aposta que a gente morre de medo de fazer achando que a perda é certa.
Mas existe perda maior do que não celebrar a vida todo santo dia? Não. A gente morre de medo de se jogar na vida porque existe a prisão do “o que eles vão pensar?”.
Estamos preocupados demais em manter uma imagem ao invés de nos divertimos. Sanidade demais mata. Loucura também. E a gente sabe que vai ter fim, porque não aproveitar esse doce intervalo de maneira única?
Você não precisa celebrar a vida em uma única festa, ou no réveillon, ou no seu aniversário, ou em qualquer outra data especial. O hoje, o agora, esse minuto é muito importante e precisa ser aproveitado.
Quando a gente deixa a loucura fluir, percebe que até as nossas maiores chateações se tornam pequenas diante do real motivo para ser comemorado. E é a partir dai que você se influencia menos pelos outros e mais por você.
Você começa a fazer aquilo que realmente te faz feliz, sem se preocupar com opiniões de quem quer que seja. Você aprende a dizer “não” com leveza e “sim” com mais certezas, e isso te faz mais feliz por que não existe culpa.
Você decidiu por aquilo que te faz bem. Você também começa a observar quem ficará do seu lado, independente de suas decisões. E acima de qualquer coisa, você vai se tornar uma pessoa muito mais legal com você.
No final, a conta vai ser paga por você. E ai, vai ficar nessa de loucura ou sanidade até quando? Meio termo nunca fez ninguém feliz.
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