Há males que vêm para o bem. Depois da tempestade sempre vem a bonança.

Idelma da Costa
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Como eu sempre costumo escrever nos meus textos: A vida é uma caixinha de surpresas. Há males que vêm para o bem. Depois da tempestade sempre vem a bonança.

Gente não tem jeito não. Muitas coisas que acontecem conosco são imprevisíveis e tem gente que ainda acha que devemos manter um só tipo de reação e emoção para tudo que nos acontece.

Zero chance!

Se a vida me der flores, vou sorrir com facilidade, mas se me der espinhos que irão me machucar, pode esperar que vou gritar, reclamar, brigar ou chorar.

É espontâneo e automático.

Não somos obrigados a aceitar tudo calados e muito menos fingir que está tudo muito bem e a mil maravilhas.

Me poupe!

Me amo em primeiro lugar e azia para o que vão pensar, achar ou falar.

Se vão ficar felizes à custa da infelicidade alheia, problema deles: pimenta no olho do outro é refresco.

É normal!

Não devemos esperar muita coisa de ninguém mesmo, principalmente nessas horas.

O que devemos fazer é nos ajudar e pronto, sozinhos ou com a ajuda de um profissional para superar.

Toda ação equivale a uma reação.

Não somos robôs, nem somos perfeitos e muito menos temos e teremos uma vida completamente perfeita.

Dependerá da personalidade de cada um.

Existem pessoas com coração de gelo e existem outras que não.

O que deve prevalecer sempre é o respeito ao próximo.

Cada um sabe de suas dores e mais ninguém.

Será em vão julgar, atirar pedras e exigir uma postura que não lhe é própria. Guardar qualquer sentimento negativo é pedir para que seja transformado em alguma patologia futura.

As lágrimas e o sorriso são os maiores remédios para a alma e a cura vem sempre acompanhada do transcorrer do tempo, o maior poder de cicatrização das feridas.

Infelizmente não nascemos prontos.

Todo ser humano tem aversão a quaisquer tipos de mudanças por menor que seja e por melhor que seja.

Tirá-lo da zona de conforto o desestruturará.

É natural!

Aliás é a vida.

Se pudéssemos escolher, talvez escolheríamos ficar bem quietinhos e acomodados.

Acostumamos a tudo e principalmente com o que é ruim.

Temos o hábito de adaptarmos ao meio em que vivemos, até mesmo ao insalubre, por mais que desejemos uma vida totalmente diferente das limitações que temos e que recebemos de brinde.

Temos medo de fazer escolhas e isso bloqueia a nossa capacidade de conseguirmos tudo o que consideramos importante.

Geralmente o que é importante para cada um é o que não se tem ou o que não se tem condições de ter.

O que é importante para um, não é importante para o outro e vice-versa.

Somos indivíduos e como tais somos diferentes tanto no modo de pensar como no jeito de agir e reagir.

Sempre haverá algo a ser realizado.

Como seres insaciáveis e incorrigivelmente incompletos, sempre correremos atrás de algo a ser realizado e quando conseguirmos, aparecerão outros mais.

“Somos seres humanos em construção”. Um tijolinho por vez! Aliás, a vida é uma eterna conquista, cheia dos desafios e consequentemente repleta de inúmeras vitórias, nas quais valerão a pena quaisquer sacrifícios para que as mesmas sejam possíveis.

Mudanças, assim como os sonhos funcionam como motivação.

Somos imperfeitos dotados de falhas e errar é humano.

E daí?

“Vida que segue sem olhar para o que passou.”.

Mudanças fazem parte e sempre vêm acompanhadas de um novo livro com mais folhas, nos dando a oportunidade de passar o passado a limpo, caprichando ainda mais no que está por vir, excluindo tudo o que não valeu a pena e tudo o que não foi proveitoso, descartando as coisas ruins para dar mais espaço para entrarem as coisas boas que nos fazem sentir livres, leves e soltos.

Procuraremos fazer diferente para que o novo livro cheio de páginas em branco, dure mais dessa vez.

Evitaremos ressaltar as coisas ruins, as falhas, os erros e os defeitos.

Enfim, deletaremos tudo o que for negativo e dessa vez faremos o possível para enche-lo de tudo o que há de bom e do melhor.

Sempre dando continuidade.

Ao passar minha história à limpo, percebi que até os erros foram acertos, pois me deram a oportunidade de aprender algo com eles.

Tudo muda e apesar de toda mudança vir acompanhada de uma boa dose de sacrifício, é essencial para o nosso amadurecimento e crescimento.

Nosso foco muda, mudamos nosso ponto de vista e consequentemente mudamos nosso modo de agir e reagir.

Melhoramos a cada novo livro e nunca começaremos do zero.

Não podemos e nem devemos desperdiçar tudo de bom que nos aconteceu e que fizeram parte de nossas vidas. Essas temos que levar sempre conosco. Fazem parte da nossa essência.

Procuramos melhorar e melhoramos cada vez mais e isso para mim é evoluir como ser humano.

Gratidão por poder perceber que nada foi em vão e que tudo serviu como base para a construção de algo bem maior e melhor.

Há males que vêm para o bem. Depois da tempestade sempre vem a bonança.

O arco-íris vem como sinal de aliança e esperança de que tudo dará certo, como sempre deu.

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Idelma da Costa
Idelma da Costa, Bacharel em Direito, Pós Graduada em Direito Processual, Gerente Judicial (TJMG), escritora dos livros Apagão, o passo para a superação e O mundo não gira, capota. Tem sido classificada em concursos literários a nível nacional e internacional com suas poesias e contos. Participou como autora convidada do FliAraxá 2018 e 2019 e da Flid 2018.