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Governo proíbe mais duas marcas de azeite no Brasil por irregularidades; veja os riscos e a lista completa

Recentemente, o Ministério da Agricultura e Pecuária, em parceria com a Anvisa, proibiu a comercialização de mais duas marcas de azeite no Brasil.

A decisão, publicada no Diário Oficial da União nesta quinta-feira (22), atinge os produtos das marcas Almazara e Escarpas das Oliveiras. Os produtos estão vetados para fabricação, distribuição, propaganda e venda em todo o território nacional.

Por que essas marcas foram proibidas?

De acordo com as autoridades, os azeites eram embalados por uma empresa cujo CNPJ foi extinto ainda em 2023: a Oriente Mercantil Importação e Exportação Ltda., também conhecida como Super Mercado Oriente.

Portanto, legalmente, a empresa não poderia mais operar. Dessa forma, levanta sérias dúvidas sobre a procedência e a segurança dos produtos que estavam sendo colocados no mercado.

A ausência de rastreabilidade e a falta de controle de qualidade são os principais motivos que levaram à proibição. A Anvisa reforçou que tais produtos representam um risco potencial à saúde do consumidor.

Fraudes em azeites são comuns no Brasil

Em 2024, diversas marcas de azeite foram vetadas pelo governo. Nesta semana, a Anvisa já proibiu quatro marcas:

  • Almazara
  • Escarpas das Oliveiras
  • Alonso
  • Quintas D’Oliveira

Em muitos casos, os azeites comercializados como “extravirgem” não possuem as características químicas necessárias para essa classificação — e, em alguns lotes, há indícios de misturas com óleos vegetais mais baratos, como óleo de soja ou de milho, prática considerada fraude.

Como identificar um azeite confiável?

Para evitar cair em fraudes, especialistas recomendam:

  • Verificar se a marca está regularizada na Anvisa e no Ministério da Agricultura.
  • Checar o rótulo: informações como país de origem, acidez (deve ser menor que 0,8%) e data de envase são indicativos de qualidade.
  • Desconfiar de preços muito baixos, já que a produção de azeite extravirgem envolve custos elevados.
  • Optar por produtos com selos de certificação ou vendidos em locais de confiança.

No entanto, se tiver dúvidas sobre a segurança de um produto, consulte o site da Anvisa ou do Ministério da Agricultura para verificar se há algum alerta oficial.

Imagem de Capa: Canva

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