GM, Embraer e Senai abrem fábricas para produção de respiradores

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As fábricas estão dispostas a usar sua linha de produção para fabricar milhares de unidades de respiradores, usado no tratamento da covid-19.

De acordo com informações divulgadas pelo site Exame, o aparelho é um dos mais demandados para combater a pandemia do novo coronavírus.

“A produção deve começar já nesta semana. O grupo recebeu do governo um pedido de 10.000 respiradores, mas diz que pode fabricar mais se necessário. A projeção é de que o Reino Unido possa ter já nas próximas semanas 30.000 respiradores, ante os 8.000 dos quais dispõe atualmente.”, escreveu o site.

De acordo com a matéria as adaptações lembram tempos de guerra, quando indústrias nos países envolvidos adequavam a linha de produção ou criavam novos produtos para o campo de batalha e de acordo com os interesses nacionais — o Jeep, hoje do grupo FCA, nasceu na década de 1940 para ser usado pelos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial.

Respiradores no Brasil

O Ministério da Saúde abriu na quinta-feira, 26, o primeiro edital para compra de respiradores, foram feitos o pedido de 15.000 aparelhos. As empresas especializadas, contudo, já responderam que não têm estoque para atender à demanda imediatamente.

A empresa de energia WEG anunciou que vai usar a estrutura de suas fábricas em Santa Catarina para fazer 50 respiradores por dia. O plano é em parceria com a fabricante brasileira de respiradores Lentsung, que vai ceder as instruções para que a WEG fabrique um de seus modelos.

A Embraer, fabricante de aeronaves brasileira também está buscando meios de produzir mais respiradores. A empresa disse em comunicado: “estudos para o desenvolvimento de respiradores simples, robustos e portáteis visando a rápida implementação e disponibilidade.”

Essa ajuda pode ser essencial para o Brasil.

A WEG disse que as entregas poderiam começar somente na segunda quinzena de maio — antes disso, a empresa tenta viabilizar a compra dos componentes necessários, que são importados.

Segunda a Exame enquanto não chegam novos itens, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) formou parceria com dez empresas (ArcerlorMittal, Fiat, Ford, General Motors, Honda, Jaguar Land Rover, Renault, Scania, Toyota e Vale) para fazer a manutenção de respiradores antigos. A indústria estima que até dez pacientes podem ser atendidos por cada aparelho recuperado.

*Com informações da EXAME.

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