Fogaça critica decisão do CFM de proibir os médicos de receitar cannabis medicinal “Não vamos nos calar e aceitar que esse absurdo aconteça”.

O CFM (Conselho Federal de Medicina) restringiu a prescrição do cannabis medicinal apenas a pacientes de dois tipos de epilepsia.

O chef de cozinha e apresentador do Master Chef, apareceu ao lado da filha Olivia, demonstrando a sua indignação com a decisão do conselho de medicina.

Ele explicou que Olivia faz uso do óleo de cannabis há 3 anos e obteve melhoras significativas em sua qualidade de vida. Acontece que a patologia de Olivia é rara e não definida, fator que, após a decisão do conselho, retira o seu direito de continuar se beneficiando dessa medicação.

Obviamente, é um retrocesso a decisão do conselho, visto que o mundo não acompanha o mesmo pensamento do Brasil. O país segue na contramão do mundo.

Os médicos só poderão prescrever cannabis para Síndrome de Dravet, Lennox-Gastaut ou Complexo de Esclerose Tuberosa. A censura é tamanha que, agora, médicos também estão proibidos de ministrar palestras e cursos sobre o tema fora do ambiente científico. Os profissionais também estão vedados de fazer informes publicitários que envolvam o canabidiol.

Os EUA já estão muito à frente quando o assunto é cannabis medicinal, recentemente o presidente Biden anunciou descriminalição do uso da maconha e o perdão de condenados que foram presos portando pequenas doses da planta. Seguido de países como Uruguai, Israel, Colombia, Canadá entre outros, que já estão se beneficiando, não apenas da erva como medicamento para milhares de famílias, mas também, como forma de fortalecer a economia, já que a cannabis gera renda e trabalho.

Muitas pessoas, crianças e famílias estão sendo prejudicadas com essa decisão arbitrária do Conselho Federal de Medicina brasileiro, que explicam a decisão, dizendo que não há estudos suficientes para as outras patologias, “resultados negativos em diversas outras situações clínicas”, quando essa afirmação já foi totalmente refutada pelos próprios pacientes e usuários, e também por Universidades brasileiras como a UNIFESP que ministra um curso há mais de 8 anos, justamente, para orientar na prescrição e informar os seus benefícios para inúmeras doenças como síndromes convulsivas, Alzheimer, Parkinson, esclerose múltipla, depressão, ansiedade entre outras patologias raras não definidas.

Como Fogaça diz, não devemos aceitar o retrocesso.

“Não vamos nos calar e aceitar que esse absurdo aconteça”, disse ele

Assista o vídeo que ele fez ao lado da filha Olivia:

O fato é que existe “interesses” por trás da proibição da cannabis, que atrapalham a liberação no Brasil. Um deles é o preconceito, mas principalmente, quem tenta desesperadamente impedir o uso da cannabis é a indústria farmacêutica, que não quer admitir que a cannabis pode substituir inúmeros farmacos.

Ou seja, a indústria farmacêutica não quer perder dinheiro para uma planta que pode ser cultivada na casa de cada brasileiro, essa é a grande verdade.

Não podemos aceitar que nos façam de bobos dessa maneira! Enquanto outros países já estão avançando, nós aqui no Brasil, não podemos ficar calados diante do retrocesso.

Texto de Iara Fonseca

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