Feliz é aquele que já aprendeu a ressignificar a sua história!

Eu sei que você possui uma história triste para contar, não só uma, mais várias, eu também tenho e, acredito, que a maioria das pessoas possuem. O fato é que só se sente feliz, aquele que aprendeu a ressignificar a sua história de dor.

Eu fui uma criança triste, um adolescente rebelde e assim que me tornei um adulto, pude perceber o quanto eu estava desconectado da minha essência. Aliás, eu nem sabia quem eu era, o que a minha alma necessitava e, por isso, acabei vivendo muitos conflitos existenciais.

Mas quando eu decidi olhar para as minhas feridas e acolher todas elas com amor, tudo começou a mudar, eu senti que tinha o poder de transformar a minha vida, mesmo, não sabendo ainda, como fazer as mudanças que eu precisava.

Eu não sabia pedir ajuda, exigia, era bravo, descontava minhas dores nos outros e fugia a responsabilidade, porque acreditava que não tinha sorte, por isso, sempre culpava as outras pessoas, como se eu fosse apenas uma vítima.

Essa postura me colocou em estado de sofrimento, prejudicou as minhas relações e me fez fracassar em todos os projetos que eu tentava realizar. Eu não queira mais viver daquele jeito, queria me encontrar, descobrir quem eu sou e me sentir feliz. Então, busquei ajuda, mesmo não sabendo pedir ajuda.

Não foi um processo fácil, mas eu me desafiei, preferi assumir um compromisso com a minha vida, em vez de continuar repetindo os mesmos erros.

Foi aí que eu percebi que eu era o meu próprio herói e que os meus fracassos deviam servir como lições e se, eu resolvesse aprender com os erros que cometi, eu ia chegar cada vez mais perto do sucesso.

E eu estava certo. Comecei a olhar para o fracasso como bênção e não como castigo. Essas bênçãos foram se multiplicando quanto mais eu me forçava a olhar para elas com carinho. Quanto mais eu me colocava a serviço com persistencia e discipplina.

O meu processo de transformação não aconteceu do dia para a noite, foram anos, mais de 10 anos de trabalho incessante. Eu não desisti, mesmo com todos os nãos que eu recebi. Eu segui em frente, iluminando as minhas sombras e continuo fazendo isso com muita dedicação, todos os dias. Porque o trabalho de autoconhecimento tem começo, tem meio, mas não tem fim.

Fui meu melhor amigo quando mais precisei de um, estive ao meu lado suprindo minhas próprias necessidades e carências e busquei dentro de mim as ferramentas que eu precisava para superar a mim mesmo. Olhando para trás, sinto que venci.

Venci quando resolvi me perdoar e decidi conceder o perdão a quem me feriu. Quando escolhi encerrar os ciclos de repetições que me levavam a resultados negativos.

Quando desapeguei da dor e me abri para o amor, me tornei mais forte, mais confiante e mais feliz! Hoje, consigo olhar o meu passado com amor!

Hoje sei que, só é feliz, aquele que aprende a ressignificar a própria história. Porque, aquele que insiste em alimentar o veneno do ressentimento, nunca saberá o quão extraordinário é viver em paz.

Se você ainda sofre as consequência da sua história e quer aprender a ressignificar as suas lembranças tristes e se libertar da dor para ser feliz, me chame no direct @rhamuche, eu posso te ajudar.

*DA REDAÇÃO RH. Texto de Robson Hamuche, idealizador do Resiliência Humana, terapeuta transpessoal e Constelador Familiar.

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Robson Hamuche é Terapeuta transpessoal com especialização em constelação familiar, compõe a equipe de terapeutas do Instituto Tadashi Kadomoto (ITK). É também idealizador e sócio-proprietário do Resiliência Humana, grupo de mídia dedicado ao desenvolvimento humano, que reúne informação de qualidade acerca de todo o universo do desenvolvimento pessoal, usando uma linguagem leve e acessível.