Faça amor, não faça fofoca! Quem transa bem, não perturba ninguém.

Há uma frase, atribuída ao psicanalista Sigmund Freud, que determina: “Quando Pedro me fala de Paulo, sei mais de Pedro que de Paulo”. Há quem sustente que a frase é de Lise Bourbeau, é certo que a declaração atinge em cheio quem tem mania de fofocar.

Vale ressaltar que fazer fofoca consiste em um hábito socialmente arraigado em praticamente todas as culturas, afinal, somos curiosos por natureza e, consequentemente, interessados na vida alheia.

Porém, os fatores nos quais envolvemos os mexericos, quando falamos dos outros ou passamos o “disse me disse” revelam muito a respeito de nosso caráter, nossa personalidade e até como anda a nossa vida.

A fofoca é sempre uma expressão tóxica e desrespeitosa porque simplesmente não há autorização dos envolvidos para passar a informação adiante.

E mais: essa informação, às vezes, sequer corresponde à realidade. Sabe aquele ditado ‘quem conta um conto, aumenta um ponto’?

Quem faz fofoca sofre de baixa autoestima e apresentam uma necessidade enorme de chamar a atenção dos demais.

Ao propagar a fofoca, acabam tornando-se pessoas ‘importantes’, pois são eles que detêm aquela informação e que têm poder sobre ela. Mas na verdade, são pessoas imaturas, agressivas emocionalmente, inseguras e carentes, que precisam usar a fofoca como meio de atrair e seduzir seu interlocutor.

É preciso mudar o hábito, uma vez que quem o tem, toma consciência de sua existência, como um exercício honesto de autoconhecimento.

À medida que uma pessoa fala mal da outra, ela isenta a si mesma de prestar atenção em alguns aspectos seus que necessitam ser melhorados.

Refletir sobre tais aspectos não é um trabalho agradável, pois de certa forma causa sofrimento. Em vez de buscar melhorar, ela fala mal do outro. É uma saída que traz alívio momentâneo, pois a dificuldade da pessoa ainda permanece dentro dela.

A compreensão dessa atitude e desse mecanismo pode ajudar a pessoa a refletir melhor sobre si mesma!

Uma psicoterapia(chame no direct) pode ser producente para reforço da autoestima.

Um indivíduo que se aceita, que se sente bem na própria pele e, por consequência, tem boa autoestima e segurança vai se preocupar menos com a vida alheia, e não vai sentir necessidade de fazer fofoca.

*DA REDAÇÃO RH. Texto de Robson Hamuche, idealizador do Resiliência Humana, terapeuta transpessoal e Constelador Familiar. Foto de Alba Rebecca no Unsplash

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Robson Hamuche é Terapeuta transpessoal com especialização em constelação familiar, compõe a equipe de terapeutas do Instituto Tadashi Kadomoto (ITK). É também idealizador e sócio-proprietário do Resiliência Humana, grupo de mídia dedicado ao desenvolvimento humano, que reúne informação de qualidade acerca de todo o universo do desenvolvimento pessoal, usando uma linguagem leve e acessível.