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Expressões brasileiras que a nova geração não conhece (E que merecem ser lembradas)

A língua é viva e, com o passar do tempo, ela muda junto com a sociedade. Com o avanço da tecnologia, novas gírias vão ganhando popularidade e diversas expressões antigas vão caindo no esquecimento.

Muitos jovens da nova geração já não compreendem — e sequer ouviram — expressões que eram comuns nas décadas passadas. Essas expressões brasileiras antigas fazem parte da nossa identidade cultural e revelam muito sobre o comportamento e o jeito de falar de outras épocas.

Portanto, neste artigo, iremos descobrir algumas dessas expressões esquecidas, entender seus significados e descobrir curiosidades sobre sua origem. Prepare-se para uma viagem nostálgica pela linguagem do passado.

Expressões brasileiras que a nova geração desconhece

“A cobra vai fumar”

Muito usada durante a Segunda Guerra Mundial por soldados brasileiros, a expressão significava que algo sério ou perigoso estava prestes a acontecer. Hoje, é raramente ouvida fora de contextos históricos.

Sacripanta

Usada para definir alguém falso, dissimulado ou mal-intencionado, especialmente do sexo masculino. Atualmente, parece nome de vilão de novela de época.

Quiprocó

Uma palavra curiosa que descreve uma confusão causada por mal-entendido. Hoje seria substituída por “treta” ou “bafafá”.

Balela

Significa mentira, conversa fiada ou história inventada. Uma expressão muito usada para desmentir algo sem fundamento.

Lambisgoia

Usada para se referir a uma mulher fofoqueira, intrometida ou brega. Pode ser comparada à gíria atual “fubanga”.

Pachorra

Refere-se à audácia, cara de pau ou à calma excessiva diante de algo sério. Exemplo clássico: “Você teve a pachorra de me dizer isso na cara?”

Safanão

Um tapa ou empurrão dado com força, geralmente para corrigir ou chamar a atenção. É uma expressão com um tom físico e emocional que caiu em desuso.

Sirigaita

Uma expressão carregada de julgamento moral, usada para definir uma mulher considerada atirada ou “sem-vergonha”. Hoje, seu uso é visto como antiquado — e até ofensivo.

Por que preservar essas expressões?

Essas palavras não são apenas curiosidades linguísticas. Elas são parte da memória cultural do Brasil, refletindo o humor, os costumes e as relações sociais de outras épocas. Preservá-las ajuda a compreender como a sociedade se transformou — e como nos expressamos ao longo do tempo.

Além disso, essas expressões podem ser resgatadas na literatura, na televisão e até mesmo no dia a dia, trazendo um toque de originalidade e humor às conversas.

Imagem de Capa: Canva

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