“Eu nasci em uma época que, quando algo se quebrava, éramos ensinados a concertar e não a jogar fora.”, disse a avó!

Uma vez escutei um diálogo entre avó e neto que me impressionou. O neto perguntava a avó como ela conseguiu manter um casamento por 65 anos. A avó, com toda a paciência, respondeu ao neto: “Meu filho, nós nascemos em uma época em que, quando algo se quebrava, éramos ensinados a concertar e não jogar fora”.

Essa conversa me fez pensar quantas vezes já jogamos fora coisas e pessoas… sem ao menos tentar concertar.

Eu sei que, muitas vezes, tentamos de tudo e que, depois de tantas tentativas, não tivemos outra escolha, senão, deixar as relações se desfazerem e cada um seguir a sua vida da forma que preferir viver.

O fato é que ninguém salva um casamento sozinho. Os dois precisam querer!

É preciso alinhar sempre os objetivos com quem você ama para que vocês consigam continuar juntos e construir um casamento feliz. Os dois precisam encontrar o melhor jeito de se relacionar.

Ficar em cima do muro é pior. A indecisão nos leva a morte.

As pessoas que são mais felizes são as que conseguem olhar para o que pode dar errado, mas não ficam presas a isso. Elas não tomam decisões repentinas, elas conseguem encontrar o meio termo, e por isso também são boas quando precisam tomar decisões rápidas. E sabem que tomar uma decisão, muitas vezes, é melhor do que ficar sofrendo eternamente.

Mas sempre existe a possibilidade de perdão, de realinhamento de propósitos, que faz a gente caminhar por um lugar que traga real felicidade.

Precisamos aprender a alinhar os objetivos nos relacionamentos para que todos se sintam felizes.

Negociar, comunicar, ceder, e saber esperar pacientemente.

Um abre mão um pouquinho de um lado, e o outro mais um pouco do outro.

É preciso aprender a desenvolver a autorresponsabilidade.

Se você sente que você quer ficar com uma pessoa, então, o elo de criação da relação é sua responsabilidade.

Busque recursos dentro de você para criar novos diálogos e pare de culpar o outro por todas as indisposições que acontecem.

Quem segue pelo caminho do autoconhecimento acha soluções para resolver os mais diversos conflitos, e não existe caminho de autoconhecimento sem autorresponsabilidade.

Quando as crises no casamento começam, todos buscamos parar a montanha russa que faz uma hora estar tudo bem, e em outra, estar tudo ruim.

Mas dá sim para ter um casamento leve e feliz, dá para fazer valer a pena, basta respeitar a individualidade do outro, e deixar que ele seja como ele quer ser, do jeito que ele se sente feliz. Se ele estiver feliz, o ambiente se contagiará, e você também se sentirá feliz. Porque não tem nada melhor do que se sentir respeitado. Se você quer ser respeitada, respeite!

Pare de tentar moldar as pessoas ao seu bel prazer. Simplesmente pare. Incentive-as! E veja o que acontece!

Essa avó e esse neto me ensinaram muito e por isso, resolvi compartilhar com você essa história, quem sabe ela pode te ajudar também.

Não devemos jogar fora uma relação diante de um conflito de interesses, precisamos buscar realinhar os objetivos.

Precisa de ajuda chame no direct @rhamuche. Foto de Todd Cravens no Unsplash.

*DA REDAÇÃO RH. Texto de Robson Hamuche, idealizador do Resiliência Humana, terapeuta transpessoal e Constelador Familiar.

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Robson Hamuche é Terapeuta transpessoal com especialização em constelação familiar, compõe a equipe de terapeutas do Instituto Tadashi Kadomoto (ITK). É também idealizador e sócio-proprietário do Resiliência Humana, grupo de mídia dedicado ao desenvolvimento humano, que reúne informação de qualidade acerca de todo o universo do desenvolvimento pessoal, usando uma linguagem leve e acessível.