Eliminei as pedras e parei de ficar fingindo que nada doeu e que nada aconteceu

Sil Guidorizzi

Eliminei as pedras e parei de ficar fingindo que nada doeu e que nada aconteceu. Eu vivo em construção, em desconstrução.

Um tijolo aqui, outro ali. É assim que a vida é feita. De perseverança e menos tristeza no peito.

Um passo lá, outro cá, mas sempre guiada pelo divino, pelo espírito santo que protege e cuida.

E essa direção é que sustenta minha base, sustenta minha fé e meu coração.

Já consigo me defender, já consigo dizer não.

Já consigo respeitar meu espaço, minhas querências e desistências.

Doeu sim, mas tudo bem!

Quando quero não ofereço resistência. Ofereço o meu melhor pra quem consegue valorizar minha essência.

A diferença é que com mais clareza consigo discernir o que chega até mim.

Não importa a hora, o instante, o que vem adiante.

Há espaço pra todo mundo. E o que eu calço hoje é diferente do que me machucou ontem. O que doeu já foi superado, mas não finjo mais.

Eliminei as pedras, parei de ficar fingindo que não doeu, que nada aconteceu.

Acontece e é preciso saber enfrentar.

Deus tem me capacitado, tem me instruído.

Agradeço por todas oportunidades de melhora que tenho recebido.

O Plano é ficar bem.

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Sil Guidorizzi
Sou Paulista, descendente de Italianos. Libriana. Escritora. Cantora. Debruço-me sobre as palavras. Elas causam um efeito devastador em mim. Trazem-me â tona. Fazem-me enxergar a vida por outro prisma. Meu primeiro Livro foi lançado em Fevereiro de 2016. Amor Essência e Seus Encontros pela Editora Penalux. O prefácio foi escrito pelo Poeta e Jornalista Fernando Coelho. A orelha escrita pelo Poeta e jornalista Ivan de Almeida. O básico do viver está no simples que habita em mim.