Eliezer não manipula o jogo, manipula as pessoas! Já aviso: tenho uma profunda antipatia pelo Eliezer. E tenho muitos motivos.

Por Iara Dupont

Natália e Eliezer, dois participantes do programa BBB, são os campeões de “gatilhos”, sempre metidos em situações que geram desconforto para quem assiste.

Em algumas festas eles “ficam”, dão uns beijos e transam.

Em uma festa, Eliezer ignorou a Natália e ficou se esfregando em duas moças. Natália não gostou e foi lá, quis saber porque só se beijam nas festas e no resto da semana ele a ignora. Ele disse que o trato era levar tudo de maneira leve.

Talvez minha má vontade com Eliezer venha dai, o comportamento comum dele, h*mens escorregadios que só pensam em uma coisa: no seu prazer.

Eliezer é do tipo que, se saírem todos da casa, ele vai começar a se esfregar nos sofás. Para ele, não faz diferença, o que ele quer é prazer. E nesse impulso, acaba usando o que está à sua frente.

É o padrão de comportamento masculino.

Também mantinha uma amizade próxima com o Viny, que lavava suas roupas e o cuidava quando ele bebia demais.

Eliezer montou seu esquema de vida dentro da casa, tinha quem cuidasse de suas roupas e quem faça sexo com ele. Não manipula o jogo, manipula as pessoas.

Ele parece fofo, não grita, não briga, está sempre sorrindo. É escorregadio, foge de confrontos. O que eu sei sobre pessoas como ele é apenas uma coisa: é melhor se afastar, eles não gostam de ninguém.

Natália chora, sofre e se humilha. Viny chorou, sofreu e se humilhou. Os dois idealizam uma pessoa que não os corresponde, nem se importa com eles.

Quantos Eliezer você já conheceu na vida? A pessoa simpática e risonha, mas que só pensa nela e não sente nada por ninguém?

Dói ver a Natália se humilhando e não podemos critica-la. Quantas de nós já fomos ela, ficando em festas com h:mens que nos ignoravam nos outros dias?

Quantas de nós já fomos o Viny, fazendo favores enquanto sonhamos com um pouco de atenção?

Se afastem de pessoas assim, que só pensam no seu prazer e saem usando a todos.

São pessoas que sempre escorregam para fora da responsabilidade afetiva.

Não sonhem nem idealizem quem as trata como “comida de festa”.

Se afastem.

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*DA REDAÇÃO RH. Texto de Iara Dupont – Adquira os seus ebooks ou peça o pix por DM. Transforme sua vida💝

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