É por essas e por outras que ela escolheu não se apegar mais!

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É por essas e por outras que ela escolheu não se apegar mais!

Ela escolheu não se apegar mais porque simplesmente aprendeu que o apego é a raiz de todo mal. Ela percebeu que o apego a fez se agarrar a coisas que ela deveria liberar. Isso a fez perseguir pessoas que são erradas para ela. Isso a fez ir atrás de coisas que provavelmente não foram feitas para ela.

Ela percebeu que o apego turva sua lógica e seu julgamento, ela entendeu que ela está o segurando mais por medo do que por convicção.

Ela não se apega porque aprendeu que nem tudo é dela, e por conta disso, ela não precisa guardar.

Ela sabe que há bênçãos em se desapegar, há calmaria depois das despedidas e após liberar tudo o que a estava a prendendo em uma vida sem sentido.

Ela sabe que quanto mais se apega a algo e tem medo de perdê-lo, mais o afasta, porque está focada apenas em receber, ao invés de dar.

Ela não se apega mais porque sabe que as pessoas eventualmente vão embora.

Ela sabe que as pessoas nem sempre querem dizer o que dizem. Que as pessoas nem sempre cumprem suas promessas.

Ela entendeu que elas nem sempre voltam. Elas nem sempre vão a amar de verdade e, mesmo que a amem, às vezes, o amor não é suficiente para manter um relacionamento.

Ela sabe que se apegar cedo demais sempre terminará em decepção.

Ela sabe que as pessoas mudam de ideia da noite para o dia.

Ela não se apega mais porque está cansada de pessoas se afastando, pessoas mudando de ideia, pessoas indo embora e pessoas que não sabem o que querem ou o que estão procurando.

Ela não se apega mais porque percebeu que o apego unilateral dói.

O apego unilateral sempre traz sua dor.

O apego unilateral a faz amar a si mesma um pouco menos e a faz esquecer seu próprio valor.

Ela percebeu que quando se apega, ela se perde e jurou nunca mais se perder por ninguém novamente.

Ela não se apega mais porque está aprendendo a deixar ir, ela está aprendendo a seguir em frente e ela está aprendendo que nem sempre tem que ser do jeito dela.

Ela está aprendendo que seu coração nem sempre está certo e que a atração pode ser cega.

Ela está aprendendo lentamente a se desligar de tudo que a faz questionar a si mesma ou a seu amor.

Ela não se apega, mas ainda sabe amar.

Ela finalmente está aceitando que os homens não são iguais.

Ela finalmente está aprendendo que se você realmente ama alguém, talvez liberar essa pessoa seja a expressão máxima de amor – significa deixá-la ser quem ela realmente quer ser, ou deixá-la estar com o parceiro que sempre quis.

Ela finalmente está aprendendo que se ela está destinada a ficar com alguém, os dois meio que se ligam um ao outro naturalmente, como um ímã, sem ninguém empurrando ou puxando, sem ninguém ter que se separar e, sem a necessidade de controlar um ao outro.

Ela não se apega mais porque está finalmente aprendendo que tudo é temporário e talvez o objetivo do amor seja apenas aproveitá-lo enquanto dura, em vez de tentar apegar-se a ele para sempre.

*DA REDAÇÃO RH. Com informações TC. Foto de Elisei Abiculesei no Unsplash

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