Divergências políticas geram rivalidades dentro das famílias.

O cenári político no Brasil está cada vez mais polarizado e gerando desavenças e discórdias nas melhores famílias.

Recentemente, os sertanejos, ou grande parte deles, como Gustavo Lima, Leonardo e Chitãozinho, anunciaram apoio ao candidato Bolsonaro, mas alguns de seus filhos e sobrinhos, não concordaram com eles, como Junior Lima que disse ter medo de Bolsonaro como presidente, e João Guilherme que lamentou o fato de seu pai Leonardo estar usando a sua influência para defender o lado errado.

“Hoje to triste. Sei bem a influência do meu pai, ele é gigante, querido por todos. Mas joga no time errado e está cego” escreveu o filho de Leonardo.

A polêmica da briga entre os dois respingou na madrasta, Poliana Rocha, que veio em defesa do marido, acusando o enteado de ingrato e mal educado.

Ela escreveu:

“Como isso me chateia. A que ponto chegamos! João Guilherme, por favor, respeite o seu pai e a escolha política dele. Sempre te tratamos com muito amor. Ele honrou as obrigações como pai. Pagou pensão até os seus 18 anos, corretamente”, escreveu ela, como se pagar pensão não fosse a obrigação de qualquer pai quando se separa da mãe dos seus filhos.

Falar sobre pensão, causou indignação em muitos seguidores:

Ela continuou de forma taxativa:

“Você sempre foi acolhido por nós com amor e carinho. Ele é um homem do bem, querido e amado. Ele não merece passar por isso. Repense suas atitudes! Uma relação de pai e filho deveria ser maior que qualquer coisa neste mundo. Só quem não tem pai que sabe valorizar isso. Que pena.”, finalizou.

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A reação de Poliana veio após João Guilherme expressar a sua tristeza publicamente, por conta do posicionamento político do pai famoso.

“Diante de todos os últimos escândalos envolvendo o atual mandatário, me enoja ver alguém tão importante pra mim declarar apoio dessa forma. É tanta ignorância que nem sei”, desabafou o filho.

Depois do seu desabafo público, a madrasta fez outro post, que pareceu uma indireta ao enteado:

O fato é que não é a opção política que cria rivalidades e brigas nas famílias, mas sim, a ideologia que defendem.

Um filho se sente decepcionado quando vê um pai ou uma mãe apoiando ideias retrógradas, preconceituosas de alguém que insita o ódio e a violência. E constatar que alguém que a gente ama, concorda com isso tudo, é sim, bem triste.

Você já brigou com alguém da família por causa de política?

*DA REDAÇÃO RH.

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