Cuidado ao falar demais. Cuidado ao entregar o ouro na mão de bandidos disfarçados de mocinhos.

Sil Guidorizzi

É preciso cuidado. Cuidado ao falar demais. Cuidado ao entregar o ouro na mão de bandidos disfarçados de mocinhos. É melhor parar e perceber mais quem realmente está à nossa volta.

A gente sempre passa por muita coisa nessa vida que exige cuidado. A gente tenta, a gente dá chance, tenta melhorar. Mas muitas vezes o estar, só é valido se multiplicar-se, em mais conhecimento.

Aliás, na maioria das vezes, somos a nossa melhor companhia.

Nunca sabemos ao certo quem realmente é tão sincero a ponto de não nos puxar o tapete. De rir de nossos fracassos ou de se achar autossuficiente.

É preciso cuidado. Cuidado ao falar demais. Cuidado ao entregar o ouro na mão de bandidos disfarçados de mocinhos.

É melhor parar e perceber mais quem realmente está à nossa volta.

Garanto que poucos são os que realmente se alegram com nossas vitórias. Poucos nos colocam no colo. Outros preferem o tapinha nas costas, o sorriso forçado.

Cuidado! Eu acho que mais vale um silêncio a peso de ouro do que dizer coisas tão pobres a ponto de prejudicar pessoas que estão quietas em seu canto tocando suas vidas sem incomodar ninguém.

É por isso que todo dia eu peço a Deus para me blindar de gente sem noção, de gente que ainda precisa amadurecer a alma.

Tem gente que acha que sabe de tudo mas não sabe de nada. Tem gente que acha que está se divertindo com o sentimento alheio, mas não percebe que muitas vezes está sendo a grande diversão.

Chega uma hora em que é preciso mudar a chave, a voltagem, e nos afastar tudo que a gente não precisa.

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Sil Guidorizzi
Sou Paulista, descendente de Italianos. Libriana. Escritora. Cantora. Debruço-me sobre as palavras. Elas causam um efeito devastador em mim. Trazem-me â tona. Fazem-me enxergar a vida por outro prisma. Meu primeiro Livro foi lançado em Fevereiro de 2016. Amor Essência e Seus Encontros pela Editora Penalux. O prefácio foi escrito pelo Poeta e Jornalista Fernando Coelho. A orelha escrita pelo Poeta e jornalista Ivan de Almeida. O básico do viver está no simples que habita em mim.