São as crenças que você reafirma continuamente que alimentam o medo que te paralisa, te limita e te faz sofrer!

As crenças limitantes são as certezas que carregamos e que estão enraizadas em nós de tal forma, que na maioria das vezes, nem percebemos que as estamos alimentando. Muitas delas, trazemos dos nossos antepassados, pai, mãe, avô, avó, irmãos, tios, tias, ou seja, são pontos de vistas que interiorizamos e validamos, mesmo que, inconscientemente.

Quando nos sentimos insatisfeitos, e não prosperamos em nenhuma área da vida, quando nos sentimos estagnados, perdidos, sem saber para onde ir e o que fazer, claramente, estamos alimentando pensamentos, e sentimentos que são contrários a tudo o que desejamos.

Por exemplo: Desejamos dinheiro, mas vibramos continuamente na escassez focando no que nos falta. Desejamos um amor verdadeiro, mas acreditamos que nenhuma pessoa presta!

Essas crenças nos impedem de conquistar os nossos objetivos porque atrapalham a nossa percepção da realidade e nos afastam dos sonhos do nosso ser autêntico.

Essas crenças, na verdade, são inverdades carregadas de dor e sofrimento, que são passadas, em grande parte, de geração em geração.

Se pararmos para analisar, perceberemos que nossos pais, ou pelo menos um deles, pensavam dessa mesma maneira, ou alguém que nos antecedeu e que faz parte da nossa família de origem carregava essa mesma dor.

Se escolhermos insistir em alimentar essas crenças, elas sempre nos levarão a cometer erros parecidos e sucessivos, repetidas vezes, ou nos colocarão em situações desafiadoras semelhantes, visto que só conseguimos manifestar em nossas vidas aquilo que acreditamos ser verdade.

Quando acreditamos piamente em crenças do tipo: “todos os homens são iguais”, “as mulheres só querem dinheiro”, “só serei feliz quando for rico”, “as pessoas ricas são egoístas”, “todas as pessoas que surgem na minha vida são falsas”, “o verdadeiro amor não existe”, “não sou o suficiente”, “o mal está no outro”, “a vida é muito difícil”, “para ter dinheiro eu preciso trabalhar muito”… simplesmente, recebemos mais disso tudo…

Porque continuamente estamos criando a nossa realidade através dos pensamentos aos quais nos identificamos, e se acreditamos neles com a força do nosso ser, é exatamente o que acreditamos que chegará até nós. Muito trabalho e pouco dinheiro, pessoas se aproveitando de nós, nenhum reconhecimento e paixões vazias de sentimento… e assim por diante.

Para conseguir sair do estado de sofrimento que nos limita e mudar a nossa realidade, precisamos transformar positivamente as nossas crenças.

Devemos olhar para elas com amor, nos acolher, nos perdoar, e encerrar os ciclos de todos os nossos antepassados que alimentavam essas crenças que reproduzimos hoje.

A questão do perdão é delicada porque não deveríamos ter que perdoar as pessoas que nos deram a vida, porque a vida que nos deram não tem preço, eles são, em verdade, a nossa força.

No lugar do perdão deveríamos usar a compaixão, olhando para eles, e para essas crenças, como ferramentas de proteção que eles usaram, em uma outra época, pois acreditavam que eram necessárias naquele momento, mas hoje, não são mais, e precisam ser ressignificadas por nós.

Quando desenvolvemos a compaixão por todos os nossos antepassados que nos incutiram essas crenças e por todos as relações que travamos e que nos causaram dor, sentimos o poder da misericórdia agindo em nossas vidas, e passamos a olhar para tudo o que assimilamos e assumimos como verdade, de forma equânime, sem julgamentos, mas com um belo senso crítico.

Esse senso crítico não culpa, não julga, não condena, apenas segue nessa autoanálise, e com o passar do tempo, acabamos percebendo que, muitas delas, não são uteis, pelo contrário, nos machucam e paralisam.

Quando chegamos a esse ponto de consciência em relação as nossas crenças, sentimos que demos um salto de compreensão a respeito de nós mesmos e, atentos aos nossos pensamentos, passamos a substituir essas crenças, uma a uma, por outras crenças, que ao invés de nos limitar, nos elevam a um novo nível de percepção da vida.

Experimente parar de dizer para si mesmo: “Não estou pronto”, “Não tenho experiência suficiente”, “Não sou bom o bastante”, e comece a dizer: “Eu posso, eu consigo, eu sei, eu mereço!”.

Nesse instante, quando passamos a substituir antigas crenças por novas, conseguimos sentir uma brisa leve acalmando o nosso coração, é como se uma forte luz se acendesse e fosse limpando aquelas certezas absolutas que nos sabotavam continuamente.

Com o tempo de prática, perseverando nessa ideia, e nos comprometendo com essa intenção de retirar as vendas que nos levam a acreditar em falsas ilusões, conseguimos sobrepor a coragem ao medo que nos paralisava e nos impedia de agir positivamente.

Pouco a pouco, conseguimos dissipar as nuvens que não nos deixavam enxergar claro o que precisávamos fazer, e para onde deveríamos ir, e a partir daí, passamos a identificar a quais propósitos precisamos nos dedicar.

O segredo para sair da paralisia que as crenças limitantes nos causam, é se tornar consciente dos próprios pensamentos e também das palavras e frases que repetimos “no automático”, e as substituir por novas crenças positivas em relação a nós, aos outros e a vida.

Quem insiste nesse processo de realinhamento das crenças, em um dado momento, quando menos se espera, se depara com a verdade, de que tudo nos é dado, só nos falta conectar na frequência correta, e despertar para o verdadeiro sentido da sua vida.

Romper com as crenças que nos limitam deve ser o maior objetivo das nossas vidas!

Antes disso, não conseguiremos realizar nada que nos satisfaça e, tudo o que chegar até nós, não nos fará verdadeiramente felizes.

Se você sente que precisa vencer esses limites que te paralisam, assista essa live que preparei e disponibilizei aqui para você, depois, comente escrevendo exatamente quais são as crenças que andam te atrapalhando e que te impedem de conquistar tudo o que você tanto deseja.

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*DA REDAÇÃO RH. Texto de Robson Hamuche, idealizador do Resiliência Humana, terapeuta transpessoal e Constelador Familiar.

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Robson Hamuche é Terapeuta transpessoal com especialização em constelação familiar, compõe a equipe de terapeutas do Instituto Tadashi Kadomoto (ITK). É também idealizador e sócio-proprietário do Resiliência Humana, grupo de mídia dedicado ao desenvolvimento humano, que reúne informação de qualidade acerca de todo o universo do desenvolvimento pessoal, usando uma linguagem leve e acessível.